Youtube e a AIDS

No site Youtube, há inúmeros vídeos disponíveis relacionados ao tema AIDS/HIV.

São vídeos instrutivos, de campanhas, produzidos por amadores mas que tem em comum o objetivo de levar informação e conscientização.

Segue um destes vídeos:

ATENÇÃO – PROIBIDO PARA MENORES DE 18 ANOS – CONTEÚDO PODE OFENDER

Fonte: Orkut – AIDS, DST … CONSCIENTIZAÇÃO  : http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=196218

2 meses no ar!!

Sim sim.

Já estamos há dois meses no ar.

E com resultados para lá de satisfatórios.

O objetivo do blog sempre foi e sempre será levar ao maior número de pessoas informações sobre a AIDS e as notícias que giram em torno dela no Brasil e no mundo, auxiliando nos programas de prevenção à doença.

E estou completamente feliz em dizer que crescemos mais de 600% em visitas neste mês de janeiro, em relação a dezembro.

O que é ótimo. Não somente pelo aumento, mas por entender que cada vez mais pessoas buscam manter-se atualizados.

Obrigado mais uma vez e continuem acessando o blog.

Para contato com o administrador do blog:

e-mail: maykonsousa@hotmail.com

Mas afinal, O que é aids?

A AIDS, Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (sigla do inglês: Acquired Immune Deficiency Syndrome) se manifesta após a infecção do organismo humano pelo Vírus da Imunodeficiência Humana, o HIV (sigla do inglês – Human Immunodeficiency Vírus).

Síndrome
Grupo de sinais e sintomas que, uma vez considerados em conjunto, caracterizam uma doença.

Imunodeficiência
Inabilidade do sistema de defesa do organismo humano para se proteger contra microorganismos invasores, tais como: vírus, bactérias, protozoários, etc.

Adquirida
Não é congênita como no caso de outras imunodeficiências. A aids não é causada espontaneamente, mas por um fator externo (a infecção pelo HIV).

Este vírus tem período de incubação prolongado antes do surgimento dos sintomas da doença, infecção das células do sangue e do sistema nervoso e supressão do sistema imune.

A aids é uma doença complexa, uma síndrome, que não se caracteriza por um só sintoma. Na realidade, o vírus HIV destrói os linfócitos – células responsáveis pela defesa do organismo -, tornando a pessoa vulnerável a outras infecções e doenças oportunistas, chamadas assim por surgirem nos momentos em que o sistema imunológico do indivíduo está enfraquecido.

Há alguns anos, receber o diagnóstico de aids era quase uma sentença de morte. Atualmente, porém, a aids pode ser considerada uma doença de perfil crônico. Isto significa que é uma doença que não tem cura, mas tem tratamento e uma pessoa infectada pelo HIV pode viver com o vírus por um longo período, sem apresentar nenhum sintoma ou sinal.

Isso tem sido possível graças aos avanços tecnológicos e às pesquisas, que propiciam o desenvolvimento de medicamentos cada vez mais eficazes. Deve-se, também, à experiência obtida ao longo dos anos por profissionais de saúde. Todos estes fatores possibilitam aos portadores do vírus ter uma sobrevida cada vez maior e de melhor qualidade.

Dúvidas Freqüentes

 Atualmente, ainda há a distinção entre grupo de risco e grupo de não risco?
 Essa distinção não existe mais. No começo da epidemia, pelo fato da aids atingir, principalmente, os homens homossexuais, os usuários de drogas injetáveis e os hemofílicos, eles eram, à época, considerados grupos de risco. Atualmente, fala-se em comportamento de risco e não mais em grupo de risco, pois o vírus passou a se espalhar de forma geral, não mais se concentrando apenas nesses grupos específicos. Por exemplo, o número de heterossexuais infectados por HIV tem aumentado proporcionalmente com a epidemia nos últimos anos, principalmente entre mulheres.
 O que se considera um comportamento de risco, que possa vir a ocasionar uma infecção pelo vírus da aids (HIV)?
 Relação sexual (homo ou heterossexual) com pessoa infectada, sem o uso de preservativos; compartilhamento de seringas e agulhas, principalmente, no uso de drogas injetáveis; transfusão de sangue contaminado pelo HIV; reutilização de objetos perfuro-cortantes com presença de sangue ou fluidos contaminados pelo HIV.
 Qual o tempo de sobrevida de um indivíduo portador do HIV?
 Até o começo da década de 90, a aids era considerada uma doença que levava à morte em um prazo relativamente curto. Porém, com o surgimento do coquetel (combinação de medicamentos responsáveis pelo atual tratamento de pacientes HIV positivo) as pessoas infectadas passaram a viver mais. Esse coquetel é capaz de manter a carga viral do sangue baixa, o que diminui os danos causados pelo HIV no organismo e aumenta o tempo de vida da pessoa infectada.
O tempo de sobrevida (ou seja, os anos de vida pós-infecção) é indefinido e varia de indivíduo para indivíduo. Por exemplo, algumas pessoas começaram a usar o coquetel em meados dos anos noventa e ainda hoje gozam de boa saúde. Outras apresentam complicações mais cedo e têm reações adversas aos medicamentos. Há, ainda, casos de pessoas que, mesmo com os remédios, têm infecções oportunistas (infecções que se instalam, aproveitando-se de um momento de fragilidade do sistema de defesa do corpo, o sistema imunológico).
 Quanto tempo o HIV sobrevive em ambiente externo?
 O vírus da aids é bastante sensível ao meio externo. Estima-se que ele possa viver em torno de uma hora fora do organismo humano. Graças a uma variedade de agentes físicos (calor, por exemplo) e químicos (água sanitária, glutaraldeído, álcool, água oxigenada) pode tornar-se inativo rapidamente.

Fonte: AIDS.GOV.BR

RELEMBRE: Artistas Contra a AIDS no Mundo

Artists Against AIDS Worldwide é uma iniciativa de inúmeros cantores que, em 2001, regravaram a música “What’s Going On?”, de Marvin Gaye. O intuito era beneficiar programas de AIDS na África e em outras regiões pobres no planeta.

Para concretizar o projeto foi lançando um cd com 12 diferentes versões para a mesma música. Jermaine Dupri produziu o álbum, que contou com as participações de P. Diddy, Bono (U2), Gwen Stefani (No Doubt), Nona Gaye (filha de Marvin Gaye), Backstreet Boys, Britney Spears, Christina Aguilera, Destiny’s Child, Jennifer Lopez, Nelly Furtado, Michael Stipe (R.E.M.), Ja Rule, Alicia Keys, N’ Sync, Mary J. Blige, Nelly, Nas, Eve, Darren Hayes (Savage Garden), Fred Durst (Limp Bizkit), entre outros.

O single lançado trazia a participação de todos esses artistas cantando trechos da música. O videoclipe, produzido por Jake Scott e Malik Sayeed, inicia-se com um homem envolvido por faixas pretas com palavras escritas nelas. Nas sequências seguintes, os artistas aparecem em um estúdio com um simples pano no fundo e alguns carregam faixas com frases, como: “Drop the bept”, “Stop global AIDS” e “Treat the people”; e em outras, apresentam-se vendados pelas mesmas faixas que amarram o homem do início e vão retirando-as, revelando as palavras, como: negro, branco, mulher, revolucionário, liberal e anarquista. Para terminar, o homem liberta-se de todas faixas.

Como a canção foi registrada logo antes dos ataques de 11 de setembro de 2001, foi decidido depois que ela também beneficiaria a Fundação da Cruz Vermelha em prol dos ataques ocorridos nos EUA, além do Artists Against AIDS Worldwide. Para esse novo momento, o grupo foi intitulado: All Stars Tribute.

Versão 1:

Versão 2:



Fonte: Wikipedia e Youtube

Sambódromo recebe agentes de prevenção à Aids, DSTs e Hepatite nos ensaios

Em sua 20ª edição, o projeto “Só a Alegria vai contagiar: o samba da prevenção vai pegar nesse carnaval” – que envolve professores e acadêmicos do curso de enfermagem das universidades Veiga de Almeida (UVA) e Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), e tem como objetivo esclarecer e distribuir material explicativo e de prevenção relacionado à Aids, Doenças Sexualmente Transmissíveis e, este ano, também sobre Hepatite – vai agitar a Sapucaí.

Neste sábado e neste domingo (30 e 31 de janeiro), às 17h, estudantes e professores estarão a postos na avenida para conscientizar o público e os integrantes das escolas de samba Estácio de Sá, Unidos do Porto da Pedra, Portela, Renascer de Jacarepaguá, Acadêmicos do Grande Rio e Vila Isabel, antes dos seus ensaios técnicos, sobre a importância de cuidar da saúde.

Fonte: Agência O Globo

Pílula do dia seguinte comercializada na Europa age em até cinco dias, destaca Folha de S.Paulo

Um novo tipo de pílula do dia seguinte, atualmente comercializada apenas na Europa, pode evitar a gravidez se tomada em até cinco dias após a relação sexual. A pílula mais antiga, usada em cerca de 140 países, precisa ser tomada dentro de três dias.

O princípio ativo do novo medicamento é o acetato de ulipristal. Pesquisa publicada no periódico “Lancet” mostrou que a nova droga é mais eficaz e pode ser usada em um intervalo de tempo maior do que a pílula mais antiga, produzida à base de levonorgestrel.

Pesquisadores britânicos acompanharam quase 1.700 mulheres entre 16 e 36 anos. No grupo que usou a nova pílula, 1,8% das mulheres engravidaram; entre as que usaram a Pílula mais antiga, a taxa de gravidez foi de 2,6%.

Fonte: Folha de S.Paulo

Vistoria constata falta de remédios contra Aids em posto de saúde

A Comissão de Saúde da Câmara de Vereadores do Rio realizou, nesta quarta-feira (27), uma vistoria em um posto de saúde de Copacabana, na Zona Sul da cidade. Segundo a Câmara, a comissão constatou a falta de remédios para tratamento de Aids.

Durante a vistoria, o presidente da Comissão de Saúde, Carlos Eduardo, recebeu reclamações de pacientes sobre a demora para conseguir uma consulta. A comissão constatou, também, a má-conservação de medicamentos e das instalações do posto de saúde João Barros Barreto.

Posto tem dois infectologistas

Para atender cerca de três mil pacientes com Aids, o posto conta com apenas dois infectologistas. Na farmácia, também há problemas: na lista de medicamentos em falta na unidade constam mais de cem itens, entre eles estão remédios fundamentais para pacientes soropositivos.

De acordo com a lista, faltam antibióticos para combater infecções oportunistas e até dois remédios que fazem parte do coquetel contra a Aids. O AZT, um medicamento usado no início do tratamento, também está em falta. Segundo a comissão, a situação é comum em vários postos.

Fonte: G1