Ativistas elogiam propostas aprovadas no Erong

Entre os dias 18 e 20 de agosto, cerca de 130 ativistas de São Paulo, Minas Gerais, do Rio de Janeiro e Espírito Santos realizaram em Volta Redonda (RJ) a quinta edição do Encontro Regional de ONG/Aids do Sudeste.

Foram dias cheios, com debates focados nos desafios da sustentabilidade política e desafios do controle social; discussão sobre quem seriam os representantes de cada Estado no Encontro Nacional de ONG/Aids (Enong), em novembro; aprovação de moções; além de propostas que representam as demandas da região e serão levadas para debate no Enong.

Foram levantadas 39 propostas, a maioria aceita pela plenária final, com os objetivos principais de aumentar a sustentabilidade financeira e política das organizações não governamentais. Entre elas, a busca de novas formas de obter financiamento e certidões/certificados que permitem parcerias; ampliação das capacitações voltadas aos ativistas; além da ampliação das tecnologias de prevenção, como profilaxia pré e pós exposição sexual ao HIV.

Ao final de todas essas atividades, a Agência Aids perguntou a alguns participantes: qual sua avaliação do Erong? Confira as respostas a seguir.

William Amaral, Fórum de ONG/Aids do Rio de Janeiro: Avalio de forma positiva. Com toda a dificuldade financeira, o movimento de aids consegue se reunir, propor uma discussão mínima das questões mais urgentes e nortear as ações dos próximos dois anos.

Rodrigo Pinheiro, Fórum de ONG/Aids do Estado de São Paulo: Foi um encontro bem propositivo, tivemos um número de propostas possíveis de serem acompanhadas. Tenho uma avaliação muito boa desse encontro.

Heliana Moura, Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas em Minas Gerais: A gente conseguiu algumas propostas bem interessantes. Esse foi um dos Erongs com mais propostas concretas.

Nilson Silva, Fórum de ONG/Aids de Minas Gerais: Eu participei de três Erongs e esse foi o mais proveitoso. As pessoas puderam perceber que no campo da aids não adianta só fazer prevenção distribuindo preservativo e realizando palestras. Precisamos ter participação política mais qualificada no controle social.

Roberto Pereira, Centro de Educação Sexual (Cedus): Houve avanços. Esses encontros são sempre um desafio; talvez o ponto crítico dos quatro Estados foi a definição da delegação que vai ao Enong.

Márcio Baia, Projeto Vida, Solidariedade ao Soropositivo: Valeu muito a pena participar do evento. Se parte do que foi proposto aqui for executado, será ótimo para a vida as pessoas vivendo com HIV.

Vanda Barboza, Fórum de ONG/Aids do Espírito Santo: Saíram propostas muito boas. No início as discussões estavam um pouco confusas, mas depois a organização do evento soube direcioná-las.

Fonte: Agência de Noticias da AIDS

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