AIDS em presídios preocupa ONU

O controle da AIDS no país é uma preocupação que atinge não somente os governos, mas também a sociedade. Pensando em cobrar maior emprenho das autoridades, a Organização das Nações Unidas (ONU) pediu uma intensificação na luta contra o vírus HIV nos presídios. A descoberta da pandemia completa 30 anos de existência e nesse período já matou mais de 25 milhões de pessoas e infectou mais de 60 milhões.

Cuiabá possui três presídios: o Centro de Ressocialização (antigo Carumbé), a Penitenciária Central (antigo Pascoal Ramos) e o presídio Ana Maria do Couto May (unidade feminina). A Capital tem hoje 26 presos contaminados com o vírus e todos os casos detectados são tratados pela Secretaria Estadual de Saúde por meio do programa DST/AIDS. Nenhuma pessoa morreu este ano nos presídios por conta de contaminação com o vírus. São seis infectadas no presídio feminino, seis infectados na Central e, no antigo Pascoal Ramos, há 14 detentos soropositivos.

As três unidades possuem profissionais treinados para orientar e tratar dos pacientes. Os presos recebem as medicações nas salas de curativos e fazem exames periódicos.

Entretanto, pode haver mais presos infectados. A resolução do Conselho Federal de Medicina nº 1665/2003 diz no artigo 4º que “é vedada a realização compulsória de sorologia para HIV”, e portanto os profissionais de saúde não podem fazer a testagem compulsória em presídios ou delegacias, já que não encontram justificativas éticas, nem científicas e menos ainda legais.

Ou seja, a equipe de saúde precisa se empenhar para convencer o detento a fazer os exames, com o objetivo de impedir que outras pessoas sejam contaminadas e, por outro lado, para poder tratar e aumentar a sobrevida do infectado.

A gerente de Saúde da Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), Sandra Carolino Severo Ribeiro, explica que a lei não permite que os presídios façam o teste de HIV sem que o próprio reeducando se disponha. “Não podemos obrigar ninguém a nada”. Contudo, ela garante que alguns testes são feitos mesmo sem a autorização do preso, como o de tuberculose, por exemplo. Sandra explica que, como é uma doença contagiosa e sintomática, fica mais fácil detectar possíveis doentes. E a medicação para o combate das doenças contagiosas também são ministradas obrigatoriamente.

Fonte: Diário de Cuiabá

Colombo (PR) está entre os 100 municípios com maiores incidências de Aids

Colombo está entre os 100 municípios do país com mais de 50 mil habitantes que tem uma das maiores taxa de incidência de casos de Aíds notificados no país. O município ocupa a 91ª posição no ranking que é liderado por Porto Alegre. Em 2010 foram 30,7 casos para cada 100 mil habitantes. Pinhais ocupa o 8º lugar. As 14 primeiras cidades do ranking são do sul do Brasil.

Os dados são do Boletim Epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde. Segundo informações do Programa DST/Aíds da Secretaria Municipal de Saúde existem hoje em acompanhamento em Colombo, 494 pessoas que vivem com o HIV/AIDS. “É importante esclarecer que se a pessoa já usa remédios (coquetel) para Aids , ela é considerada “pessoa que vive com Aids”, se a pessoa faz controle e acompanhamento e sua imunidade está controlada o que justifica não iniciar tratamento com remédios para AIDS, ela é uma “pessoa portadora do HIV”, esclarece o coordenador do programa Municipal DST/Aids, Tadeu Roger Volski.

“Portanto das 494 pessoas em acompanhamento no setor da AIDS de Colombo, 241 são pessoas com Aids e 253 são portadores do HIV”, destaca. Volski ressalta que muitas pessoas residentes em Colombo realizam tratamento para o HIV/Aids em outros municípios como Curitiba e região metropolitana. Elas mudam para Colombo e continuam a tratar em outros locais e não fazem parte das estatísticas do município. Além disso, há alguns anos o serviço de tratamento da Aids era ofertado somente em Curitiba. Colombo iniciou o atendimento no ano de 2000.

Para o coordenador do Programa DST/Aids os números são preocupantes. A cada ano é registrada uma média de 60 novos casos no município. “Os dados são preocupantes quando vemos apenas aumentar a quantidade de pessoas que descobrem serem portadoras do vírus do HIV, ou seja, anualmente são esperados que no mínimo 60 pessoas descubram serem portadoras do HIV em Colombo”, diz Volski.

Dados do Centro de Testagem e Aconselhamento de Colombo mostram que só em 2011, 65 pessoas descobriram que são portadoras do HIV. O coordenador lembra que há diferença entre Aíds e HIV.

Pode passar vários anos para a Aíds se manifestar em uma pessoa portadora de HIV. “Vale a pena frisar que a incidência é de AIDS, pois não se notifica HIV nos dados de saúde. A AIDS é uma doença que pode demorar para se manifestar em portadores do HIV. Por exemplo, dos 65 pacientes que descobriram serem soropositivos para o HIV, apenas 3 pessoas foram notificados com AIDS, porém outros 23 viraram AIDS este ano, sendo que já eram diagnosticados em anos anteriores”.

Sexo

Entre portadores do HIV e Aids, em Colombo existem 262 mulheres e 232 homens. Porém neste ano houve um aumento no número de homens diagnosticados com o HIV. Dos 65 novos casos, 40 são do sexo masculino. A maioria deles são jovens, com até 30 anos, e homossexuais das classes C, D, e E. Volski ressalta que as pessoas diagnosticadas este ano podem ter se contaminado com o HIV há muito tempo. “Uma pessoa pode ser portador do HIV e nem saber. Isso explica a campanha de 1º de dezembro em 2011 que o Ministério lançou, onde o público alvo é o público homossexual de 15 a 24 anos”, lembra. Em Colombo a faixa etária predominante é de 20 a 49 anos nos dois sexos, na maioria com baixa escolaridade. Mortalidade A mortalidade por AIDS em Colombo ficou em menos de 1% em 2011.

Quanto antes se sabe o diagnóstico, melhor é a sobrevida do paciente, e também a adesão ao tratamento é fundamental para contribuição do futuro da saúde da pessoa que vive com o HIV/AIDS. O programa assistencial é enfatizado na questão da realização do diagnóstico precoce do HIV e respecti vo tratamento, para contribuir com a melhoria da qualidade de vida da pessoa vivendo com HIV/Aids. “Por isso aumentamos o número de testagem para o HIV no município e possuímos a testagem rápida com resultado em 15 minutos”, ressalta o coordenador.

Prevenção

O coordenador do programa Municipal DST/Aids, Tadeu Roger Volski, ressalta que a forma mais eficaz de prevenção da Aíds continua sendo o uso do preservativo. “Há hoje em dia o preservativo feminino, porém estão disponíveis para a população somente os preservativos masculinos de forma gratuita e irrestrita”.

A realização do teste do HIV também é uma forma de prevenção, pois quanto antes se descobre a presença do vírus, melhor será a qualidade de vida da pessoa que vive com AIDS. Ações O Programa DST/Aids da Secretaria Municipal de Saúde realiza a distribuição gratuita de preservativos masculinos em todas as Unidades de Saúde, além de palestras de prevenção em empresas, indústrias, grupos ou associações e escolas do município. A testagem para o HIV é ofertada em diversos locais e fora do horário de atendimento.

A equipe realiza ainda abordagens durante a noite em casas noturnas e pontos de prostituição entregando preservativos e esclarecendo a importância da prevenção. Serviço A testagem rápida para o HIV (com resultado em 15 minutos) pode ser feita no Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) de Colombo, na Rua José Maria da Silva Paranhos, 513 no Jardim Planalto. Qualquer pessoa pode fazer o teste rápido que é gratuito e o resultado é sigiloso. Basta agendar horário pelo fone 41-3606-0730.
Fonte: Jornal de Colombo

Crise econômica pode prejudicar combate da aids, afirma deputado Chico D`Angelo em artigo para O Globo

O jornal O Globo publicou nesta semana um artigo do médico e deputado Chico D`Angelo (PT-RJ), presidente da Frente Parlamentar de HIV/Aids. Com o título “Hora de decisão”, o parlamentar ressalta que a crise econômica mundial ameaça conquistas significativas na luta mundial contra aids. Ele acredita que o compromisso do Ministério da Saúde e a aguerrida militância da sociedade civil são motivos de expectativa positiva quanto ao progressivo controle da epidemia no Brasil. Leia a seguir na íntegra:

Ao longo de pouco mais de duas décadas, a sociedade brasileira construiu uma avançada política de controle da aids, que recebe a aprovação da Organização Mundial de Saúde e se tornou um paradigma para a atuação de outros países. Entre os diversos aspectos envolvidos neste processo, há que se destacar o permanente ajuste das estratégias de atuação e a intensa mobilização social. Estas questões se interrelacionam pois, além de garantir um elevado grau de prioridade entre as políticas de saúde pública, o intenso ativismo de cerca de 500 organizações não governamentais proporciona sensibilidade e ajustes que garantem a eficiência das ações voltadas para os diferentes grupos populacionais. As pessoas vivendo com HIV e aids exercem papel fundamental na formulação de políticas públicas em parceria com o Estado.

A aids é um fenômeno complexo que envolve diversos tabus da sociedade, como a sexualidade, a homoafetividade, o uso de drogas, os modos de viver e de morrer. Divulgar informações de forma estratégica e oportuna e tornar o teste de aids acessível à população ainda são desafios de tal dimensão que não podem ser tarefa exclusiva das instituições e profissionais de saúde ou se restringir aos veículos clássicos de comunicação. É imprescindível fazer uso intensivo das novas mídias sociais, de forma a criar uma identidade cultural da política pública com o segmento mais jovem da população, para o qual se pode ter criado a ilusão de que a ameaça passou ou que não é mais tão grave.

O recente relatório anual do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV e Aids (Unaids), divulgado em Genebra, revela que, no ano passado, o número de novas infecções pelo HIV foi o menor registrado – 21% a menos do que em 1997 – e o número de pessoas recebendo tratamento também foi recorde. Obviamente, quanto mais a carga viral dos pacientes é controlada, menor é a chance de circulação do vírus, e maior a chance de redução da mortalidade pela doença que, de fato, declinou de 2,2 milhões de pessoas, em 2005, para 1,8 milhão, no ano passado.

Se estes números indicam que as campanhas de prevenção e tratamento precoce da aids vêm obtendo resultados, também informam que resta muito a ser feito e que a mobilização da sociedade ainda é parte essencial desta luta. Uma preocupação especial é causada pelo fato de que, em nível mundial, pela primeira vez desde 1997, houve uma significativa redução dos recursos investidos no controle da doença. O novo pacto estabelecido pelo chamado G20 não aborda devidamente o controle da aids, deixando-o vulnerável ao impacto da crise econômica. Este é um ponto essencial a ser amplamente divulgado, de modo a incorporá-lo à pauta dos movimentos sociais.

A crise econômica mundial ameaça conquistas significativas, mas ainda parciais e muito recentes, despertando o temor de que os bons resultados divulgados não se repitam nos próximos anos. No Brasil, o reiterado compromisso do Ministério da Saúde com a expansão de recursos e a aguerrida militância do movimento social são motivos de expectativa positiva quanto ao progressivo controle da epidemia em nossa sociedade.

Fonte: Agência de Notícias da AIDS

8 BONS MOTIVOS PARA ELIMINAR O PRECONCEITO


1.A AIDS PODE AFETAR QUALQUER UM
Existem homens e mulheres de todas as idades,  de todas as orientações sexuais e de todas as  classes sociais vivendo com HIV/aids. Todos  estamos vulneráveis.
2.A AIDS TEM TRATAMENTO
Sabendo que tem o vírus e faz endo o acompanhamento no serviço de saúde, a pessoa pode ter uma vida normal, com saúde e qualidade.
3.A SOLIDARIEDADE APROXIMA AS PESSOAS
Lidar com o preconceito é muito difícil. As pessoas que vivem com HIV/aids podem até perder a vontade de se cuidar por conta do julgamento dos outros.
4.O AMOR NÃO TRANSMITE AIDS
Carinho, afeto e beijo na boca não transmitem aids.  E, com o uso correto da camisinha durante todas as relações sexuais, o vírus não é transmitido.
5. QUEM VIVE COM HIV/AIDS PODE  CONTINUAR TRABALHANDO
Quem vive com HIV/aids pode ser tão produtivo quanto qualquer outra pessoa.
6. O APOIO DA FAMÍLIA E DOS AMIGOS É ESSENCIAL
Como qualquer outra pessoa, quem vive com HIV/ aids se sente mais estimulado a se cuidar quando se sente amado e acolhido.
7.COM CAMISINHA, VOCÊ SE PROTEGE

Todos devem usar camisinha, tendo HIV ou não. A proteção não é só para quem tem o vírus. A responsabilidade de evitar a aids e outras doenças  sexualmente transmissíveis é de todos.
8. SEM PRECONCEITO MAIS PESSOAS SE PREVINEM
Ao falar abertamente sobre HIV/aids, mais gente busca informação, mais gente faz  o exame e mais gente se protege usando camisinha.

Fonte: Ministério da Saúde

Viva Cazuza lança 1º Prêmio Cazuza de Vídeo

O 1º Prêmio  Cazuza de Vídeo pretende abrir as portas para jovens, entre os 15 e os 24 anos, talentosos e criativos, que estejam interessados em produzir vídeos publicitários para a prevenção do HIV/Aids.

O objetivo principal é que o assunto seja pensado pelos jovens, com a consequente criação de um vídeo que atinja essa faixa da população de maneira eficiente.

Serão escolhidos três vídeos, considerados os melhores, pelo júri, do qual fazem parte Glória Perez, Daniel Filho, Fernando Meirelles, Washington Olivetto, Preta Gil e o Dr. Pedro Chequer. Os três vídeos selecionados serão disponibilizados nas redes sociais da Viva Cazuza e dos parceiros da iniciativa. O vídeo vencedor será utilizado na campanha do carnaval 2012 e passará na televisão.

A ideia foi desenvolvida pela Sociedade Viva Cazuza, com o apoio da UNAIDS e do Departamento de DST/Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde.

A inscrição pode ser feita através do site do Prêmio Cazuza de Vídeo e os vídeos podem ser enviados até ao dia 2 de janeiro de 2012.

Fonte: O Reporter

Sespa oferece teste rápido de HIV e outros serviços na Praça Batista Campos – Pará

Encerrando a programação alusiva ao Dia Mundial de Luta Contra a Aids, a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) disponibilizou para a população, neste domingo, 4, teste rápido para detecção do vírus HIV. A ação aconteceu na Rua dos Tamoios em frente à Praça Batista Campos, contando com quatro unidades móveis do Programa Presença Viva da Sespa para garantir, também, consultas médicas, odontológicas, exame preventivo do câncer de colo de útero (PCCU), exame de hepatite, aferição de pressão arterial e exame de glicemia capilar, além de medicamentos para as pessoas atendidas.

 

 

Segundo a diretora de Vigilância à Saúde, Rosiana Nobre, o resultado do teste de HIV, seja negativo ou positivo, vem acompanhado de aconselhamento. “Quando dá negativo, orientamos a pessoa sobre a importância da prevenção, principalmente com o uso do preservativo em todas as relações sexuais, porque todos nós estamos vulneráveis. Quando o resultado é positivo, encaminhamos a pessoa para o serviço especializado, onde terá o acompanhamento multidisciplinar”, explicou Rosiana.

 

 

Ela disse que esse tipo de ação na praça facilita a aproximação das pessoas, que ainda se sentem constrangidas em procurar um Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) para fazer o exame. “Ainda há muito preconceito em relação à Aids e as pessoas sempre ficam preocupadas com o que outros vão pensar se as verem entrando num CTA”, complementou Rosiana. Ela lembrou que o diagnóstico precoce do HIV é importante porque a Aids é uma síndrome que, apesar de ainda não ter cura, pode ser controlada, assegurando qualidade de vida à pessoa que tem o vírus.

 

 

Conforme a diretora, o chamado CTA itinerante tem o objetivo de facilitar o acesso das pessoas ao exame de HIV, por isso, durante o ano o serviço é oferecido a diversas populações, principalmente as que têm mais dificuldade de acesso. A coordenadora estadual de DST/Aids, Deborah Crespo, fez um balanço positivo da Campanha do Dia Mundial de Luta contra a Aids, porque o foco na mortalidade serviu para alertar a população sobre as medidas preventivas que precisam ser adotadas por todos, independentemente de orientação sexual.

 

 

O último Boletim Epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde aponta que o Pará notificou 12.532 casos de Aids no período de 1980 a junho de 2011, dos quais 1.476 em 2010 e 589 de janeiro a junho de 2011. Segundo Deborah, a população mais atingida pela Aids está na faixa etária dos 19 a 24 anos de idade, com 1.567 casos notificados entre 1998 e junho de 2011. E a maioria dos casos, atualmente, é de heterossexuais infectados por transmissão sexual. “51% dos homens e 83% das mulheres foram infectados em relação heterossexual”, enfatizou.

 

 

De acordo com a coordenadora, reduzir a transmissão vertical do HIV, ou seja, que ocorre de mãe para filho, é um dos grandes desafios para 2012, pois de 1980 a junho de 2011, o Estado notificou 370 casos de Aids em crianças menores de cinco anos. Para isso, são fundamentais as ações da Rede Cegonha, que disponibilizará teste rápido para HIV, sífilis e hepatite, facilitando o aceso da gestante aos exames.

 

 

O Pará também já desenvolve o Plano de Redução da Transmissão Vertical da Sífilis e HIV e foi contemplado para desenvolver um projeto piloto de do Ministério da Saúde, juntamente com o Estado do Ceará, voltado para esses agravos. No Pará, cinco municípios, incluindo Belém terão serviços de referência para os exames. Os principais critérios para escolha foram densidade populacional e frequência de casos. “Nossa meta é alcançar uma cobertura de 90% das gestantes. Sobre a ação na praça, Deborah disse que “também serve para mostrar que o vírus HIV não faz distinção de classe econômica e nem social, que pode afetar qualquer um de nós”.

 

 

Conceição Soares Monteiro, de 57 anos, foi beneficiada com atendimento odontológico. Ela disse que mora no bairro Parque Verde e que buscou as Unidades Móveis do Presença Viva, porque não consegue ser atendida nos postos de saúde. “É muito difícil conseguir atendimento, faltam profissionais, materiais, falta tudo e o tratamento dentário é muito caro para pagar”, lamentou. Ela, inclusive, confessou que sempre vai onde o Presença Viva está para conseguir o que precisa, pois sabe que é importante cuidar da saúde.

Fonte: Agência Pará