Celebridades se reúnem em evento de gala – amfAR SP

O baile da amfAR (The American Foundation for AIDS Research) realizado na noite desta quinta-feira, dia 26, na casa do empresário Dinho Diniz, em São Paulo, reuniu uma verdadeira legião de celebridades. O evento tem por objetivo chamar a atenção para a campanha beneficente para angariar fundos para pesquisas sobre AIDS.

Adriane Galisteu, que horas antes foi fotografada em um restaurante com o filho, surgiu belíssima a bordo de um longa preto com uma abertura lateral e uma fenda sexy. Além dela, Sabrina Sato atraiu todas as atenções ao passar pelo tapete vermelho com um surperdecote. As duas dividiram espaço com Fernanda Tavares, grávida do segundo filho do ator Murilo Rosa, Isabeli Fontana, Izabel Goulart e outras várias modelos, além do fotógrafo peruano Mario Testino.

A presença mais aguardada era a de Sharon Stone, capa da “Vogue Brasil” de maio. Usando um longa amarelo, a atriz foi cercada pela imprensa logo na chegada e esbanjou simpatia.

A noite foi animada pelas cantoras Grace Jones e Bebel Gilberto.

Para participar do baile era preciso desembolsar entre US$ 2,5 e US$ 5 mil (cerca de R$ 5 e R$ 13 mil) pela cadeira individual. Já as mesas que comportavam de 8 a 10 pessoas podiam ser arrematadas pela bagatela de US$ 100 mil (aproximadamente R$ 189 mil).

Este ano, um time de personalidades brasileiras vestiu a camiseta – literalmente – para promover a segunda edição do movimento, entre elas, Sabrina Sato, Isis Valverde, Yasmin Brunet, Carol Castro e Fernanda Vasconcellos.

Fonte: Band.com.br

Tramandaí tem mais de 500 pacientes com Aids

A sigla Aids significa Síndrome da Imunodeficiência Adquirida e o vírus da Aids é conhecido como HIV, e encontra-se no sangue, no esperma, na secreção vaginal e no leite materno das mulheres infectadas pelo vírus. Objetos contaminados pelas substâncias citadas, também podem transmitir o HIV, caso haja contato direto com o sangue de uma pessoa. Apesar de todos os avanços da medicina, a Aids ainda não tem cura, apenas tratamento.
Após o contágio, a doença pode demorar até 10 anos para se manifestar, por isso, a pessoa pode ter o vírus HIV em seu corpo, mas ainda não ter Aids. Ao desenvolver a Aids, o HIV começa um processo de destruição dos glóbulos brancos do organismo da pessoa doente. Como esses glóbulos brancos fazem parte do sistema imunológico (de defesa) dos seres humanos, sem eles, o doente fica desprotegido e várias doenças oportunistas podem aparecer e complicar a saúde dos infectados pelo vírus. A pessoa portadora deste vírus, mesmo não tendo desenvolvido a doença, pode transmiti-la.

 

Segundo a coordenadora geral do DST/Aids em Tramandaí e no Estado, Sandra Catarina Roni, em tratamento no município de Tramandaí, existem 532 pacientes com Aids, e cerca de 1200 já contagiados com o vírus, ainda sem se manifestar. “A doença tem índice altíssimo em pacientes que têm relações estáveis, e índices baixos em usuários de drogas e profissionais do sexo, pois eles sabem que estão sujeitos, e se cuidam com mais intensidade”. Sandra esclarece que o maior perigo está nas meninas que frequentam as festas, e saem de lá acompanhadas de um parceiro, que mesmo sem saber, já está com o vírus do HIV e, de forma irresponsável, praticam sexo sem camisinha, passando o vírus para a parceira.
No município, a divulgação para a prevenção é realizada de varias formas, como por exemplo: folders, campanhas, palestras nas escolas, distribuição de camisinhas, CRAS – Centro de Referência de Assistência Social, Centro da Mulher, Assistência Social, o projeto ‘Extra Muros’ conta com profissionais que, de porta em porta, realizam campanhas de prevenção da doença. Cartazes e materiais de conhecimento público são depositados em diferentes lugares da cidade, como: a prefeitura, Postos de Saúde, entre outros.
O Centro de Testagem e Aconselhamento, localizado no Posto PAI (Posto de Atendimento Integrado), além dos Postos dos bairros: Agual, Tiroleza, São Francisco I, Cruzeiro do Sul e Indianópolis, realizam exames para a detecção do vírus, com apenas 20 minutos de espera, com demanda espontânea, sem necessidade de encaminhamento médico, com enfermeiras treinadas e devidamente capacitadas.

Fonte: Jornal Dimensão

Apesar de proibida a discriminação, homens gays não podem doar sangue

Motivado por uma campanha da empresa onde trabalha, em Belo Horizonte, o produtor cultural Danilo França, de 24 anos, decidiu doar sangue pela primeira vez. Junto com um grupo de colegas, seguiu as etapas previstas: preencheu a ficha de inscrição e foi para a entrevista com o médico do hemocentro. Na momento da conversa, França descobriu que não poderia doar sangue porque mantém um relacionamento homossexual. “Fiquei atordoado, sem graça. Fiquei chateado e me senti discriminado”, disse França.

Uma norma nacional considera inapto à doação qualquer homem que tenha se relacionado sexualmente com outro homem no período de 12 meses. O mesmo vale para heterossexuais que, no mesmo período, se relacionaram sexualmente com várias parceiras.

Entidades de defesa dos direitos dos homossexuais reclamam da restrição e querem reacender o debate sobre o tema. “A cada fato novo, a gente tem que abrir a discussão. Se a pessoa usa preservativo e não tem comportamento de risco, não pode ser impedida de doar”, argumenta Toni Reis, presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT).

A regra do Ministério da Saúde, que vigora há mais de sete anos e vale para todos os hemocentros, foi baseada em estudos internacionais que apontam que o risco de contágio pelo vírus da aids (HIV) é 18 vezes maior nas relações entre homossexuais masculinos, na comparação com relações entre pessoas heterossexuais. O motivo é a prática do sexo anal, que aumenta o risco de contaminação por doenças sexualmente transmissíveis (DST). Foi essa determinação que fez com que a Fundação Centro de Hematologia e Hemoterapia de Minas Gerais (Hemominas) negasse ao produtor cultural a possibilidade de doar sangue.

Em junho de 2011, o ministério baixou uma portaria que proíbe os hemocentros de usar a orientação sexual (heterossexualidade, bissexualidade, homossexualidade) como critério para seleção de doadores de sangue. “Não deverá haver, no processo de triagem e coleta de sangue, manifestação de preconceito e discriminação por orientação sexual e identidade de gênero, hábitos de vida, atividade profissional, condição socioeconômica, raça, cor e etnia”. Mas, na prática, os homossexuais masculinos ativos sexualmente seguem impedidos de doar sangue. Para as lésbicas, não há restrições.

O coordenador de Sangue e Hemoderivados do ministério, Guilherme Genovez, alega que a norma brasileira é avançada quando comparada à legislação de outros países. Nos Estados Unidos, por exemplo, um homem que tenha tido, no mínimo, uma relação sexual com outro homem fica proibido de doar sangue pelo resto da vida. “Acima de tudo, está o direito de um paciente receber sangue seguro”, alega o coordenador, lembrando que os testes não identificam imediatamente a presença de vírus em uma bolsa de sangue.

Desde o ano passado, o governo federal está implantando o NAT, sigla em inglês para teste de ácido nucleico, para tornar mais segura a análise do sangue colhido pelos hemocentros. O exame reduz a chamada janela imunológica, que é o período de tempo entre a contaminação e a detecção da doença por testes laboratoriais. Com o NAT, o intervalo de detecção do vírus HIV cai de 21 para dez dias. Até agora, 59% do sangue doado no país passam pelo NAT. A previsão é que a tecnologia chegue a todos os hemocentros até julho.

Fonte: Agência Brasil

Centro de Referência em Aids de SP atende estrangeiros de pelo menos 30 nacionalidades

Estima-se que 620 estrangeiros estão em tratamento para a aids no Brasil. O levantamento é do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde com base nos registros de pacientes que retiraram antirretrovirais pelo menos uma vez no último trimestre de 2011. A maioria é de Portugal, Angola, Argentina, Itália e Uruguai, e o Estado de São Paulo é o que mais tem estrangeiros sendo atendidos.

No Centro de Referência e Treinamento em DST/Aids (CRT) da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, na capital paulista, aproximadamente 560 estrangeiros, de pelo menos 30 nacionalidades, estão em tratamento (veja tabela aqui).

Entre 2008 e 2012, os chilenos foram os que mais se matricularam, somando 93 casos. Um deles falou à Agência de Notícias da Aids sob a condição de anonimato. No Brasil desde 2011, o jovem se descobriu com HIV há 12 anos e faz tratamento com antirretrovirais há cinco. “O atendimento médico no CRT é acolhedor, me sinto bastante a vontade”, disse.

Segundo o entrevistado, no início houve dificuldades por ser estrangeiro. “Era difícil as pessoas me entenderem por causa do idioma. Mas, faz parte do processo de adaptação em um novo País”, conta. Uma das suas queixas se refere ao fato de o Brasil não fornecer o antirretroviral Truvada (disponível no Chile), que combina em um comprimido os remédios Tenofovir e o Emtricitabine. Aqui, é preciso tomar dois comprimidos para ter o mesmo efeito. O tratamento desse chileno inclui ainda outros dois medicamentos. Todos são ingeridos juntos uma vez ao dia. “Com o maior número de cápsulas, fica mais difícil separar os remédios. Os comprimidos que substituem o Truvada são pequenos, difíceis de manipular”, reclama.

Em Santiago, onde se tratava, ele também era acompanhado por um médico atencioso. “A vantagem do Chile é que é possível utilizar um serviço privado e receber um reembolso parcial do governo, que pode chegar a 80%. No Brasil, a consulta particular é cara, e os planos de saúde possuem um sistema excludente”, comparou.

Assim como ocorre no Brasil, no Chile os antirretrovirais também são fornecidos pelo governo.

Cooperação com o Paraguai

A médica e gerente da área de assistência integral à saúde do CRT, Denize Lotufo, atende vários paraguaios. Ela se tornou referência por ser consultora naquele País em um projeto de cooperação técnica envolvendo várias nações da América do Sul. “Era uma troca. O Brasil doava remédios e, em contrapartida, o Paraguai começou a disponibilizar para seus pacientes os exames de CD4, carga viral e a comprar os medicamentos que o Brasil não doava”, explicou.

Segundo Denize, o problema de resistência aos remédios era constante no Paraguai, devido à descontinuidade de fornecimento. Ela conta que algumas pessoas que poderiam fazer o tratamento completo naquele País preferem atravessar a fronteira para fazer o acompanhamento contra a aids no Brasil. “Criamos até uma logística em que pacientes vêm e levam para os demais. Mas, há casos em que a estratégia fica inviável, já que alguns não podem revelar a sorologia para ninguém”.

A médica finaliza enfatizando que o atendimento a estrangeiros não tira a vaga de nenhum brasileiro no sistema público de saúde.

Fonte: Agência de Notícias da AIDS

Tratamento de prevenção contra a Aids custa 10mil dólares por ano

Tomar um remédio que reduz em mais de 70% a chance de contaminação por HIV parece uma boa solução para combater a doença. E essa pílula milagrosa já existe: é chamada Truvada. Por que não estamos todos tomando a droga, então? É que, por ano, seria necessário gastar cerca de 10 mil dólares com esse tratamento preventivo (para uma única pessoa).

Se o remédio custa tão caro, vale a pena tomá-lo? Segundo cientistas de Stanford, apenas se você estiver em um grupo de alto risco de contaminação. A pesquisa deles aponta que no caso de homens homossexuais, que ainda são o grupo com maior risco de pegar a doença (um jovem gay tem, estatisticamente, 13 vezes mais chances de contrair Aids do que um jovem heterossexual, de acordo com o Ministério da Saúde), o tratamento seria viável.

Isso porque, por mais que o custo de Truvada seja alto para o governo, um homem saudável tomando o remédio gasta menos do que um paciente que precisa do tratamento contra a doença. Mesmo assim, toda a população homossexual não poderia ser atendida – apenas o grupo de “alto-risco”, aqueles que têm relações com mais de cinco parceiros ao ano.

No entanto, mesmo limitando o uso do medicamento a certos grupos com maior risco de contaminação, países da África subsaariana, onde a doença tem uma maior incidência, não teriam condições de pagar o tratamento.

Fonte: Midia News

Tratamento precoce para HIV deve ser adotado no Brasil, informa Folha de S. Paulo

As novas diretrizes para o tratamento de pessoas com HIV, a serem publicadas pelo Ministério da Saúde ainda neste semestre, devem seguir o caminho da terapia precoce, segundo o infectologista Ronaldo Hallal, coordenador de cuidado e qualidade de vida no Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais. As informações são do jornal Folha de S.Paulo desta quinta-feira, dia 26.

“O ministério está atento às novas evidências científicas. Hoje há remédios menos tóxicos e mais fáceis de tomar.” Segundo Hallal, 217 mil pessoas com HIV estão tomando Antirretrovirais por meio da rede pública. Acrescentando os soropositivos com contagem de células de defesa entre 350 e 500 por mm3 de sangue, que fariam a terapia precoce, seriam mais 20 mil. O custo das drogas é de R$ 800 milhões por ano.

Pesquisa internaciona
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Uma pesquisa internacional, com a participação de instituições brasileiras, está sendo realizada para avaliar o início precoce da terapia contra o HIV. O infectologista Artur Timerman, do Hospital Edmundo Vasconcellos, lembra que pesquisas recentes mostraram que os antivirais reduzem em 90% o risco de transmissão do vírus da aids.

Fonte: Agência de Notícias da AIDS

Lar das crianças com Aids recebe doações de acadêmicos

Iniciativa dos acadêmicos do terceiro semestre do curso de Fisioterapia da Universidade Anhanguera-Uniderp, durante o Trote Solidário, resultou na arrecadação de centenas de produtos que serão doados para o Lar das Crianças com Aids (Afrangel).

A entrega foi realizada na quarta-feira (25), às 10h, na sede da entidade. Entre os produtos arrecadados estão sabonete, álcool, saco de lixo e lenços umedecidos e de papel. Conforme a acadêmica Elaine Tozetto, foi solicitada à instituição a lista dos materiais de maior necessidade para o atendimento das crianças do Lar. “A ação social foi tão positiva que resolvemos iniciar outra campanha para conseguir fraldas, também para a Afrangel”.

Dessa vez, acadêmicos de todos os semestres do curso de Fisioterapia estão envolvidos.

Postos de coleta: DCE Clínica de Fisioterapia e Bloco III.

Fonte: A Crítica