Tratamento precoce para HIV deve ser adotado no Brasil, informa Folha de S. Paulo

As novas diretrizes para o tratamento de pessoas com HIV, a serem publicadas pelo Ministério da Saúde ainda neste semestre, devem seguir o caminho da terapia precoce, segundo o infectologista Ronaldo Hallal, coordenador de cuidado e qualidade de vida no Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais. As informações são do jornal Folha de S.Paulo desta quinta-feira, dia 26.

“O ministério está atento às novas evidências científicas. Hoje há remédios menos tóxicos e mais fáceis de tomar.” Segundo Hallal, 217 mil pessoas com HIV estão tomando Antirretrovirais por meio da rede pública. Acrescentando os soropositivos com contagem de células de defesa entre 350 e 500 por mm3 de sangue, que fariam a terapia precoce, seriam mais 20 mil. O custo das drogas é de R$ 800 milhões por ano.

Pesquisa internaciona
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Uma pesquisa internacional, com a participação de instituições brasileiras, está sendo realizada para avaliar o início precoce da terapia contra o HIV. O infectologista Artur Timerman, do Hospital Edmundo Vasconcellos, lembra que pesquisas recentes mostraram que os antivirais reduzem em 90% o risco de transmissão do vírus da aids.

Fonte: Agência de Notícias da AIDS

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