Jared Leto perdeu 18 quilos para viver transsexual com aids

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O ator e vocalista da banda 30 Seconds to Mars, Jared Leto, contou ao site The Wrap que perdeu cerca de 18 quilos para fazer o papel de Rayon, um transexual com aids no filme Dallas Buyers Club.

O longa, que estreou no último fim de semana no Festival de Toronto, traz também o ator Matthew McConaughey como um machão homofóbico que se alia ao personagem de Leto para comercializar medicamentos para portadores de HIV.

Ambos os atores passaram por uma intensa transformação e perda de peso para atuar no filme. “Eu parei de comer”, disse Leto sobre como conseguiu alcançar o corpo ideal de seu personagem. “Perdi cerca de 18 quilos, depois de um tempo parei de contar. Isso afeta o jeito como você anda, senta e pensa.”

Essa não é a primeira vez que o ator passa por uma drástica mudança de peso para viver um personagem. Para o filme Capítulo 27 (2007), em que vive o assassino de John Lennon, Leto engordou mais de 30 quilos.

História real – O longa Dallas Buyers Club, do canadense Jean-Marc Vallée, foi baseado na história real do eletricista e caubói texano Ron Woodroof, um tipo machão que descobre ter aids em 1986. Os médicos dizem que não entendem como ele pode estar vivo com uma contagem de glóbulos brancos tão baixa. E dão apenas mais um mês de vida. A dificuldade de conseguir um tratamento leva Woodroof a descobrir remédios alternativos no México. Ele atravessa a fronteira e passa a contrabandear medicamentos para portadores do HIV no Texas.

O filme estreia em novembro nos Estados Unidos e ainda não tem data para chegar ao Brasil.

Fonte: VEJA

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Vacina contra AIDS cura macacos

Pesquisadores da Universidade de Ciência e Saúde de Oregon, nos EUA, desenvolveram uma vacina contra o HIV.

De acordo com o site O Globo, os testes têm obtido bons resultados e foram publicados na revista “Nature”.

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A vacina remove totalmente o HIV do corpo

Ainda de acordo com o site a vacina está sendo testada numa forma do vírus que ocorre em primatas, o vírus da imunodeficiência símia (SIV, na sigla em inglês).

De acordo com o diretor da Universidade de Oregon, Louis Picker, até agora, apenas casos clínicos raros foram curados da Aids.

Ainda de acordo com o diretor esta pesquisa sugere que certas respostas do sistema imune provocadas pela vacina podem remover completamente o HIV do corpo, curando assim o portador do vírus.

Procedimento científico

No estudo, cerca de 50% dos macacos infectados que receberam o patógeno acabaram eliminando todos os traços do vírus, ou seja, foram curados “funcionalmente”, explicou Picker.

“Estamos esperançosos de que parear o CMV modificado com o HIV poderá nos levar a resultados similares em humanos”, ressalta o diretor da Universidade responsável pela pesquisa.

Fonte: O POVO Online / O Globo

Aids: descoberta de nova estrutura do HIV pode levar a drogas mais eficazes

Cientistas conseguiram pela primeira vez determinar a estrutura de um dos dois coreceptores utilizados pelo vírus HIV para entrar no sistema imunológico dos humanos – e esperam, com isso, contribuir para o desenvolvimento de medicamentos mais potentes contra a doença. Através de uma imagem em alta resolução, os pesquisadores poderão analisar melhor a estrutura e, assim, desenvolver drogas com maior eficácia no combate ao causador da aids. O estudo será publicado na edição desta semana da revista científica Science.

O CCR5, um receptor que fica na superfície das células humanas, é uma das duas principais formas de entrada que o vírus aproveita para iniciar um ataque ao sistema imunológico. Ao se ligar a essa proteína, o HIV consegue se fundir à membrana da célula que fica abaixo, com o tempo sendo capaz de percorrer seu caminho para dentro da célula. O outro receptor, ainda não totalmente desvendado pelos cientistas – apesar de já analisado -, é conhecido como CXCR4, porém o o CCR5 é considerado o mais importante coreceptor durante a infeção.

Ambas as proteínas (tanto a CCR5 quanto a CXCR4) pertencem a uma família conhecida como “receptores acoplados à proteína G” (GPCRs, na sigla em inglês), responsáveis pela mediação de uma variedade de funções no corpo e, assim, importantes objetos a serem atacados pelos medicamentos. Apenas recentemente, porém, cientistas conseguiram produzir uma imagem em alta resolução dos GPCRs – considerado um passo importante para o futuro desenvolvimento de vacinas, por exemplo.

“Estudos estruturais desses receptores são incrivelmente desafiadores”, explicou a pesquisadora Beili Wu, da Academia Chinesa de Ciências, uma das autoras do estudo que permite aos cientistas, de maneira inédita, observar em detalhes a CCR5. Eles já descobriram, por exemplo, que o complexo é distinto do outro coreceptor, CXCR4: aquele se liga de maneira mais profunda à membrana celular e também ocupa uma área maior.

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Fonte: Portal Terra