Dia Mundial de Combate à Aids é celebrado em Itapetininga, SP

No próximo sábado (1º) é comemorado o Dia Mundial de Combate à Aids. Em Itapetininga (SP), a data será lembrada com ações educativas e de orientação na avenida Peixoto Gomide, das 10h às 15h. A celebração é promovida pela Secretaria de Saúde, em parceria com o Programa Escola da Família e o Projeto Ações Preventivas na Escola (APE).

Durante o evento, haverá a exposição ‘Por dentro da Camisinha’, do Instituto Kaplan, em parceria da Coordenadoria da Mulher e empresas da cidade. Também será realizada atrações como apresentação de violão, ballet, axé, dança do ventre. Também, neste dia a Vigilância Epidemiológica estará ofertando os testes de HIV para toda a população interessada.

Avenida interdita
Para a realização do evento, a avenida Peixoto Gomide ficará interditada. De acordo com a prefeitura, a interdição terá início às 20h desta sexta-feira (30). A via será reaberta no sábado, às 16h.

Cerquilho
Na cidade, a campanha ‘Fique Sabendo’ é realizada até este sábado. Além de exames para detecção do vírus, os moradores receberão orientações.

Organizada pela equipe da Vigilância Epidemiológica da cidade, a campanha tem o objetivo de atingir pessoas que estiveram expostas ao risco de contágio por meio de sexo sem preservativo, compartilhou seringa e agulha. Todos podem fazer o teste do HIV gratuitamente.

Segundo a prefeitura, a campanha acontecerá até esta sexta-feira (30) em todos os postos de saúde, das 8h às 16h. É necessário apresentar documento com foto. Sem o documento não será entregue o resultado do exame.

Já neste sábado, a equipe da Secretaria Municipal de Saúde por meio da Vigilância Epidemiológica disponibilizará uma equipe volante na Praça da Matriz São José, a partir das 8h.

Fonte: G1

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Secretaria da Mulher promove ação contra a AIDS

No Dia Mundial de Luta Contra a AIDS, 1º de dezembro, pasta irá promover uma enquete para medir o grau de conhecimento e satisfação das mulheres com relação ao uso da camisinha feminina.
A AIDS é uma doença que afeta dez mulheres a cada vinte cinco homens, o que coloca o DF na 25º posição do ranking entre todas as capitais brasileiras, segundo o boletim epidemiológico de AIDS do Ministério da Saúde (MS), lançado no dia 20 de novembro. Desde o primeiro registro no DF (em 1985), já foram identificados 8.076 casos da doença. No ano passado, a incidência foi de 18,1 casos por 100 mil habitantes.

A categoria de exposição homo/bissexual caracteriza de forma mais importante a dinâmica da doença, com expressão relevante em todas as faixas etárias, em especial entre os adolescentes. Em 2011, no sexo masculino, 57,7% dos casos tiveram como categoria de exposição a homo/bissexual e 26,8% a heterossexual. Entre as mulheres, a principal categoria de exposição é a heterossexual (mais de 80% dos casos).

Para alertar a população sobre a importância da prevenção, a Secretaria de Estado da Mulher, a Secretaria de Saúde e a Embaixada dos Estados Unidos realizarão no dia 1º de dezembro – Dia Mundial de Luta contra a AIDS -, no Parque da Cidade, a partir das 9h, a “Caminhada da Saúde pela Conscientização e Prevenção da AIDS”, com a distribuição de preservativos, aconselhamentos e oferecimento de testagem rápida às mulheres da caminhada e aos frequentadores do Parque.

Ainda de acordo com o boletim do Ministério da Saúde, houve aumento da cobertura do teste entre as gestantes, que em 2006 era de 60% e em 2010 chegou a 80%. “Apesar de as mulheres serem infectadas em menor proporção – devido ao fato de se cuidarem melhor -, ao fazerem sexo protegido e realizarem o teste durante o pré-natal, ainda assim 13 mil novos casos são registrados ao ano”, comenta a secretária de Estado da Mulher, Olgamir Amancia.

Nesse sentido, para reforçar a proteção entre as mulheres e diminuir os casos no Distrito Federal, a Secretaria da Mulher realizará uma enquete para medir o grau de conhecimento e satisfação da camisinha feminina. “Para tanto, uma equipe da SEM-DF aplicará um questionário com 180 mulheres, usuárias ou não, que ganharão um preservativo feminino e ainda terão a oportunidade de fazer o teste rápido na unidade móvel oferecida pela Embaixada dos Estados Unidos, instalada ao lado do Quiosque do Atleta do Parque da Cidade”, explica Olgamir Amancia.

Todas as ações fazem parte da campanha do Governo do Distrito Federal, cujo slogan é “Não fique na dúvida, fique sabendo” e enfatiza e incentiva o diagnóstico precoce do HIV e das hepatites virais, com o sigilo e a confidencialidade do teste, além do respeito aos direitos humanos e no combate aos preconceitos.

Fonte: Vermelho.org.br

PRESERV: 1° de Dezembro – Dia Mundial da Luta Contra a Aids

Em 1º de dezembro, o mundo estará unido no Dia Mundial da Luta Contra a Aids e a Preserv também está engajada nesta luta!

Para mostrar seu apoio, a Preserv uniu-se à campanha Cabeleireiros Contra Aids para promover um concurso cultural com o objetivo de lembrar a população da importância de usar camisinha para se prevenir contra o HIV.

Acesse aqui: (http://bit.ly/CCAids)

A campanha Cabeleireiros Contra Aids é uma iniciativa mundial da L’Oréal (Divisão de Produtos Profissionais) em parceria com a Unesco, cujo intuito é promover a conscientização acerca deste tema tão importante.

Você não vai ficar de fora, não é? Acesse a página de Cabeleireiros Contra Aids e apoie esta causa você também! Os cinco vencedores do concurso ganharão um kit especial da Preserv!

Fonte: Facebook Preserv

Revista Junior trará reportagem sobre três adolescentes soropositivos

A próxima edição da revista Junior vai trazer uma reportagem sobre adolescentes soropositivos. São histórias de três meninos que contraíram o HIV no início da vida sexual., com 15, 16 anos. As histórias são tristes, claro, mas a força de recuperação dos meninos também é violenta.

Os homossexuais que estão na faixa dos 14 aos 19 anos são os mais afetados hoje pelo HIV no Brasil, é a população com mais alto risco de contrair o vírus. Eles fazem sexo livremente e sem camisinha porque não se preocupam com a morte nem conhecem o vírus ou a epidemia. Mal sabem como é difícil viver com ele.

O Ministério da Saúde tenta chegar a essa população, mas é difícil. Nas escolas, a educação sexual está cada vez mais complicada e policiada por conta, você bem sabe, da barreira religiosa que se impõe como muro. Onde mais encontrar esse público? Nas boates? Na internet? Certamente. Mas as ONGs e o próprio Ministério da Saúde não sabem lidar direito com essas mídias, estão “envelhecidos” e engessados. É uma população enorme que está sem amparo, sem informação alguma e sendo contaminados pelo HIV como nos primeiros anos da epidemia. Uma tristeza.

Fonte: MIX BRASIL

Camisinha Funciona

Diversos estudos confirmam a eficiência do preservativo na prevenção da aids e de outras doenças sexualmente transmissíveis. Em um estudo realizado recentemente na Universidade de Wisconsin (EUA), demonstrou-se que o correto e sistemático uso de preservativos em todas as relações sexuais apresenta uma eficácia estimada em 90-95% na prevenção da transmissão do HIV. Os autores desse estudo sugerem uma relação linear entre a freqüência do uso de preservativos e a redução do risco de transmissão, ou seja, quanto mais se usa a camisinha menor é o risco de contrair o HIV.

A camisinha é mesmo impermeável? 

A impermeabilidade é um dos fatores que mais preocupam as pessoas. Em um estudo feito nos Estados Unidos, ampliou-se o látex do preservativo (utilizando-se de microscópio eletrônico), esticando-o em 2 mil vezes e não foi encontrado nenhum poro. Outro estudo examinou as 40 marcas de preservativos mais utilizadas em todo o mundo, ampliando 30 mil vezes (nível de ampliação que possibilita a visão do HIV) e nenhum exemplar apresentou poros. Em outro estudo mais antigo que usou microesferas semelhantes ao HIV em concentração 100 vezes maior que a quantidade encontrada no sêmen, os resultados demonstraram que, mesmo nos casos em que a resistência dos preservativos mostrou-se menor, os vazamentos foram inferiores a 0,01% do volume total. O estudo concluiu que, mesmo nos piores casos, os preservativos oferecem 10 mil vezes mais proteção contra o vírus da aids do que a sua não utilização.

E por que às vezes estoura? 

Quanto à possibilidade do preservativo estourar durante o ato sexual, as pesquisas sustentam que os rompimentos se devem muito mais ao uso incorreto do preservativo, do que a uma falha estrutural do produto. O dado mais convincente sobre a eficiência do preservativo na prevenção contra o HIV foi demonstrado por um estudo realizado entre casais, onde um dos parceiros estava infectado pelo HIV e o outro não. O estudo mostrou que, com o uso consistente dos preservativos, a taxa de infecção pelo HIV nos parceiros não infectados foi menor que 1% ao ano. Diante dos resultados dos estudos realizados por instituições renomadas e de credibilidade, pode-se dizer que o correto e freqüente uso do preservativo contribui de forma eficaz tanto para a prevenção de enfermidades quanto para evitar a ocorrência de gravidez não planejada.

 

Dúvidas Freqüentes

Que cuidados devem ser tomados para garantir que a camisinha masculina seja usada corretamente?

Abrir a embalagem com cuidado – nunca com os dentes ou outros objetos que possam danificá-la. Colocar a camisinha somente quando o pênis estiver ereto. Apertar a ponta da camisinha para retirar todo o ar e depois desenrolar a camisinha até a base do pênis. Se for preciso usar lubrificantes, usar somente os que sejam à base de água, evitando vaselina e outros lubrificantes à base de óleo. Após a ejaculação, retirar a camisinha com o pênis ainda ereto, fechando com a mão a abertura para evitar que o esperma vaze de dentro da camisinha, e dar um nó no meio da camisinha para depois jogá-la no lixo. Nunca usar a camisinha mais de uma vez!

Além desses cuidados, também é preciso certificar-se de que o produto contenha a identificação completa do fabricante ou do importador. Observe as informações sobre o número do lote e a data de validade e verifique se a embalagem do preservativo traz o símbolo de certificação do INMETRO – Instituto Nacional de Metrologia, cuja finalidade é atestar a qualidade do produto. Não utilize preservativos que estejam há muito tempo guardados em locais abafados, como bolsos de calça, carteiras ou porta-luvas de carro, pois ficam mais sujeitos ao rompimento. Utilize somente um preservativo por vez, já que preservativos sobrepostos podem se romper com o atrito.

Quando a camisinha estoura, que atitude deve ser tomada?

Sabe-se que a transmissão sexual do HIV está relacionada ao contato da mucosa do pênis com as secreções sexuais e o risco varia de acordo com diversos fatores, incluindo o tempo de exposição, a quantidade de secreção, a carga viral do(a) parceiro(a) infectado(a), a presença de outra doença sexualmente transmissível, entre outros. Sabendo disso, se a camisinha se rompe durante o ato sexual e há alguma possibilidade de infecção, ainda que pequena (como, por exemplo, parceiro de sorologia desconhecida), deve-se fazer o teste após 90 dias para que a dúvida seja esclarecida. A ruptura da camisinha implica risco real de adquirir a infecção por HIV. Independente do sexo do parceiro, o certo é interromper a relação, realizar uma higienização e iniciar o ato sexual novamente com um novo preservativo. A higiene dos genitais deve ser feita da forma habitual (água e sabão), sendo desnecessário o uso de substâncias químicas, que podem inclusive ferir pele e mucosas, aumentando o risco de contágio pela quebra de barreiras naturais de proteção ao vírus. A lesão de mucosas genitais pode implicar um risco adicional,  pois, caso signifique presença de uma doença sexualmente transmissível, como a gonorréia, o risco de aquisição da aids aumenta. Na relação anal, mesmo quando heterossexual, o risco é maior, pois a mucosa anal é mais frágil do que a vaginal.

Fonte: Biblioteca Virtual / Ministério Saúde

Paraíba é o 5º estado do Nordeste em casos de Aids

A Paraíba possui o quinto maior número de portadores de Aids do Nordeste. São 4.759 pessoas diagnosticadas com o vírus no Estado de 1980 até dezembro de 2011, segundo o Ministério da Saúde (MS). A quantidade é superior à registrada, no mesmo período, em Alagoas (4.119), no Rio Grande do Norte (3.866), no Piauí (3.655) e em Sergipe (2.815).

Os dados do Ministério da Saúde também mostram que a incidência é maior entre homens heterossexuais, da cor parda, que têm entre 24 e 39 anos de idade e estudaram menos de sete anos. Para especialistas, o crescimento dos casos é reflexo da ausência de políticas públicas que informem e conscientizem a população sobre os métodos preventivos.

Na lista das cidades paraibanas com a maior quantidade de casos aparecem João Pessoa (1.597), Campina Grande (669), Santa Rita (237), Bayeux ( 234), Cabedelo (153), Patos (100), Guarabira (72), Mamanguape (66), Sapé (65), Rio Tinto (65), Cajazeiras (54), Sousa (51) e Itabaiana (48).

Ainda segundo o Ministério da Saúde, os homens são as principais vítimas da doença. Dos 4.759 casos registrados no Estado, 3.178 ocorreram entre o sexo masculino e os demais 1.581, no feminino. Outro fator apontado pelo órgão é que a maioria dos portadores é parda. São 1.627 pessoas dessa cor que convivem com o vírus, atualmente, na Paraíba. Esse contingente é maior que o dos brancos (678), dos negros (154), dos indígenas (34) e dos amarelos (20). No entanto, a cor de outros 2.249 pacientes não foi informada pelo órgão de saúde.

Os heterossexuais também se destacaram entre os portadores da doença. Dos 4.759 infectados na Paraíba que informaram a orientação sexual, 2.379 são heterossexuais. Outros 522 são homossexuais e 421, bissexuais.

Com relação à faixa etária, 3.028 pessoas diagnosticadas com Aids no Estado possuem idades entre 20 a 39 anos; outros 1.023 têm entre 40 a 49 anos. Além disso, há outro grupo com 330 portadores que já passaram dos 60 anos.

Para a coordenadora de Projetos da Amazona, uma Organização Não Governamental que trabalha na prevenção da Aids, Viviane Alves, o aumento dos casos se deve principalmente à ausência de políticas permanentes de combate à Aids. Ela explica que a realização de campanhas educativas, por exemplo, são muito realizadas em períodos de festas, como no carnaval, mas ficam quase esquecidas no resto do ano. Essas campanhas, segundo Viviane, deveriam ocorrer de forma rotineira para conscientizar a população sobre os riscos da doença. “Temos ações sociais em sete comunidades de baixa renda em João Pessoa, Bayeux e Conde e percebermos que as pessoas até sabem alguma coisa sobre aids, mas ainda se expõe ao risco de contrair a doença, porque a principal via de transmissão é a sexual. Mas mulheres jovens, que têm namoros fixos, não usam camisinhas, por acharem que o parceiro é fiel.

Vemos muitos casos de mulheres contaminadas e que foram contaminadas pelo único parceiro que tiveram na vida”, destaca a pesquisadora.

Ela explica que, no início da epidemia, que ocorreu na década de 80, na Paraíba, foi divulgada a falsa informação de que a doença só atingia pessoas pertencentes a determinados grupos de risco. Dessa forma, o vírus HIV só acometia usuários de drogas, homossexuais e profissionais do sexo. No entanto, o aumento dos diagnósticos mostrou que todas as pessoas, independentemente da orientação sexual, estão sujeitas a ficar doentes, desde que não se previnam.

“Não existem mais grupos de risco, mas sim situação de risco.

As pessoas que mantêm relação sexual, sem camisinha, estão se expondo a contrair uma doença séria, que não tem cura e com sérias consequências. Apesar dos tratamentos aumentarem o tempo de vida do paciente, não é fácil conviver com a Aids. As pessoas precisam tomar remédios todos os dias e fazer exames regulares”, observa.

Já a Secretaria de Estado da Saúde (SES) garante que as ações de prevenção e tratamento da doença são realizadas de forma permanente na Paraíba. Segundo Rosa Maria Costa Monteiro, da Gerência de Combate a Aids e DST, os trabalhos se concentram na capacitação das equipes de saúde e na distribuição de medicamentos para os portadores do HIV.

“Trabalhamos com dois eixos: prevenção e tratamento. Para alertar sobre os riscos da Aids, capacitamos e fornecemos material para que os municípios realizem campanhas em escolas, em associações e conscientizem os moradores”, explica.

“Já no eixo do tratamento e diagnóstico, estamos capacitando e disponibilizando medicamentos e materiais para testes rápidos a nossas equipes de saúde para permitir o diagnóstico precoce.

Nossa meta é qualificar até o final deste ano cerca de 30% das equipes do Programa de Saúde da Família (PSF), para identificar os primeiros sinais da doença”, destacou.

Fonte: Paraiba Agora

Marca Olla anuncia recall de 620 mil preservativos

 

A Hypermarcas, fabricante da camisinha Olla, anunciou nesta quinta-feira o recall de cinco lotes do preservativo lubrificado vendido na promoção “leve 8 pague 6”. Ao todo, são 78 mil pacotes com 620 mil unidades.

Os lotes que serão recolhidos são: J12A0534, J12A0535, J12A0599, J12B0083 e J12B0087.

Segundo a Olla, o recolhimento é preventivo, pois “identificou-se um possível desvio de qualidade que pode tornar o produto impróprio para o uso”.

A marca disse que suspeitou do problema após receber ligações de consumidores.

Em comunicado, a Olla afirma que já tomou medidas para retirar os lotes do mercado, mas que, caso algum pacote seja localizado, o consumidor deve guardar a embalagem e entrar em contato com o SAC pelo telefone 0800-012-6888 ou pelo e-mail atendimento@olla.com.

A identificação dos lotes de preservativos fica no verso da embalagem.

A nota informa ainda que o valor dos preservativos será reembolsado ou o produto será trocado sem qualquer custo para os consumidores.

Fonte: Folha de São Paulo