DIA MUNDIAL DE LUTA CONTRA A AIDS: FOTOS

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Estudantes indianos de medicina seguram velas em Dia Mundial de Luta contra a Aids, na cidade de Amritsar, na Índia.

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Homem caminha ao lado de preservativo gigante durante evento de celebração do Dia Mundial de Luta contra a Aids, na cidade de Bruxelas, Bélgica.

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136 voluntários dão as mãos para criar uma corrente humana em celebração ao Dia Mundial de Luta contra a Aids, na cidade de Paris, França.

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Alunas do curso de medicina da Universidade de Ribeirão Preto (UNAERP) distribuem camisinhas masculinas e femininas e dão orientações no Dia Mundial de Combate a Aids, celebrado neste sábado (1º), no centro de Ribeirão Preto (SP).

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Estudantes formam um lanço em celebração ao Dia Mundial de Luta contra a Aids, na cidade de Agra, na Índia.

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Jovens seguram velas acessas durante celebração do Dia Mundial de Luta contra a Aids, na cidade Sófia, Bulgária.

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Estátua Manneken Pis, na Bélgica, é vestida com “preservativo” durante o Dia Mundial de Luta contra a Aids, na cidade de Bruxelas.

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Centenas de velas acessas celebram o Dia Mundial de Luta contra a Aids na cidade de Copenhagen, Dinamarca.

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O Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, ganhou iluminação vermelha neste sábado, em homenagem ao Dia Mundial de Luta contra a AIDS.

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Ativistas participam de ato em celebração ao Dia Mundial de Luta contra a Aids, na cidade de San Salvador, em El Salvador.

Fonte: UOL

Os novos rostos da epidemia de aids

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Bernardo é homossexual, universitário, tem 20 anos, namora firme e é fã de música eletrônica. O manto do anonimato sobre a verdadeira identidade, no entanto, ele vestiu depois de não usar camisinha no relacionamento fixo.

O jovem entrou para os números da aids no Brasil em 2012 e personifica o rosto da epidemia brasileira desenhado a partir dos registros mais recentes. No País, segundo balanço provisório do Ministério da Saúde, é crescente a parcela de homossexuais com menos de 24 anos contaminados pelo vírus HIV .

“Há 10 anos, os homens jovens que fazem sexo com homens representavam 40% dos novos registros em menores de 24 anos. Hoje, os gays já são metade destes novos casos, de acordo com nossas informações, ainda provisórias”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Oficialmente, pelos dados já tabulados, as relações homossexuais e bissexuais representam 32,2% das formas de contaminação masculinas em qualquer idade.

A maior participação dos homossexuais nos números repete o início da epidemia nacional, nos anos 1980, quando os gays eram o alvo principal das infecção, que destruía o organismo e condenava os soropositivos a uma curta sobrevivência – no máximo 2 anos.

Neste Dia Mundial de Luta Contra a Aids, os especialistas comemoram os avanços na medicina que ampliaram a sobrevivência dos infectados e sabem que associar a doença à homossexualidade é errada, preconceituosa e fadada ao fracasso.

A própria história da aids confirma isso. Há 30 anos, no início do contágio pelo vírus HIV, a doença chegou a ser chamada de “peste gay” e deu falsa a sensação de imunidade aos homens heterossexuais e às mulheres. A ideia, no entanto, caiu por terra em menos de três anos. Os homens que fazem sexo com mulheres foram somados aos 34,2 milhões de habitantes do planeta que hoje vivem com o vírus HIV e, no Brasil, 48% dos pacientes do sexo masculino contraíram a doença em relações heterossexuais desprotegidas.

“Deste total de 34 milhões com aids no mundo, 47% são do sexo feminino e na África, 65% dos casos são em mulheres”, ressalta Pedro Chequer, coordenador da Unaids no Brasil, entidade das Nações Unidas que trata da aids.

O consenso entre os estudiosos é de que o retorno dos homossexuais para o epicentro da aids não significa que os outros grupos possam ser excluídos das campanhas preventivas. Porém, é consenso também que os jovens gays precisam de atenção especial nas divulgações preventivas que reforçam a importância de não negligenciar o preservativo.

“Meus amigos heteros dizem que usam camisinha, mas a única preocupação é com a gravidez fora de hora. Como entre os gays não há possibilidade de gestação, o preservativo fica de lado. É um erro enorme e eu acho que nunca vou me perdoar por ter cometido esta falha”, diz Bernardo que foi contaminado pelo namorado, em uma relação estável e que o deixou “perigosamente confortável” para abandonar a prevenção.

O companheiro também descobriu ser soropositivo quase de forma simultânea à revelação de Bernardo. Juntos, eles precisaram superar o “autopreconceito” e as novas demandas no relacionamento impostas pela doença.

 

Múltiplas faces:

“Esta geração não perdeu ídolos para a aids”, sentenciou Padilha, tentando desvendar os motivos para metade dos jovens brasileiros admitir que não usa camisinha logo na primeira relação sexual, independentemente do sexo do parceiro.

Eles nasceram em uma época em que as feridas da aids foram cicatrizadas com a criação de medicamentos eficazes, que permitem vida praticamente normal aos portadores. Cresceram em meio aos estudos científicos que apontam como realidade possível uma vacina preventiva da doença .

Mas também são estes fatores, já alertou a fundadora do Instituto Cultural Barong, Marta McBritton – ela organiza caravanas pelo Brasil todo para distribuir camisinhas e explicar como usá-las – que deixaram o perfil da aids multifacetado.

Jovens gays dividem espaço nos registros com idosos que passaram a usar medicamentos para a disfunção erétil, voltaram à vida sexual ativa, mas temem que o preservativo ameace a potência sexual. Também dão rosto aos casos nacionais as mulheres com mais de 60 anos, que contraíram aids do marido, mas nem desconfiam estarem infectadas.

O governo federal também alerta para as meninas com menos de 20 anos, mais numerosas na aids, fazendo com que a faixa etária seja a única em que a proporção de infectadas é maior do que a de infectados: 1,4 casos entre elas para 1 caso entre eles (no restante do recorte etário a incidência é inversa, sendo os homens maioria).

Mais recentemente, usuários de crack – que somam 1,2 milhão no País – também ingressaram para o grupo de vulneráveis ao HIV.

“Os usuários de droga ainda representam quase 20% do total de formas de transmissão”, alertou Chequer.

“Já sabemos que não apenas os dependentes de drogas injetáveis (que compartilham seringas) correm risco. As nações já estão preocupadas com os que usam crack, já que a droga (fumada em cachimbo) favorece o comportamento sexual de risco.”

Costurados pelo preconceito

A linha que costura todos estes rostos à epidemia de aids, avalia Bernardo, é o preconceito. “Eu mesmo só atestei o quanto era preconceituoso depois que descobri ser soropositivo”, diz ele, sem reservas.

“Sou estudante da área da saúde mas, assim como muita gente, acreditava que aids só era problema dos promíscuos, dos baderneiros ou dos miseráveis. Fiz o teste da aids tendo certeza que o resultado era negativo. Quando o ‘positivo’ apareceu senti nojo de mim. Era raiva, culpa e medo. Medo de que me olhassem como eu olhava para quem tem HIV.”

São 11 meses vivendo com HIV, em um sigilo absoluto, com medo do julgamento alheio, o que justifica a opção de manter a doença em segredo para pais, irmão e amigos mais próximos.

“Pensei em suicídio, virei um nada. Daí descobri que a vida com o HIV pode ser mais leve e fiz um site para ajudar e desabafar com as pessoas, inúmeras, em situação parecida com a minha, o soropositivonet “.

“A minha vida está mais calma, tenho muitos planos. O HIV acabou me unindo ainda mais ao meu namorado. Mas não é nada bom ter o vírus. O melhor é usar camisinha”, diz Bernardo, esperando que a mensagem chegue aos homossexuais, heterossexuais, jovens, idosos, meninos, meninas e aos 135 mil brasileiros que têm aids e nem imaginam ser portadores do vírus .

Fonte: IG

Cerca de 8 mil pessoas têm aids em Bauru, diz Sapab

Juliana tem 17 anos. Faz curso profissionalizante, tem aulas de inglês e está na fase dos vestibulares. Bonita, é elogiada por sua inteligência. Mas Juliana não é seu nome verdadeiro. O que impede a garota repleta de qualidades de revelar sua identidade é que ela é uma das cerca de 8 mil pessoas infectadas com o vírus HIV em Bauru. Um sonho? “Queria que não houvesse mais preconceito”.

Durante esta semana, vários pontos de Bauru receberam ações educativas sobre a doença durante a campanha que termina hoje, no Dia Mundial de Combate a Aids.

De acordo com dados do Ministério da Saúde divulgados pela Sociedade de Apoio à Pessoa com Aids de Bauru (Sapab), a cidade tinha, até junho de 2011 (última atualização), 1.932 casos de pessoas infectadas.

Porém, o número de diagnósticos confirmados é muito aquém da realidade. Estimativas do próprio Ministério da Saúde apontam que, para cada diagnóstico confirmado, há três pessoas que possuem a doença e não sabem. Os dados são nacionais, porém, trazidos a Bauru, a soma chega a aproximadamente 8 mil.

A Sapab completou exatamente 20 anos de luta contra a doença no dia 25  e, mesmo depois de tanto tempo, um dos principais obstáculos a ser combatido é o preconceito.

“Imagine você estar em uma balada. Você se interessa por uma garota. Ela vira para você e diz que é HIV positivo. O que você faria? Não precisa falar. Só pensa”, questiona a coordenadora administrativa e de prevenção da Sapab, Márcia Pereira da Silva, para exemplificar como o preconceito ainda existe na maioria de nós.

 

Dificuldades

E o preconceito atrapalha em muito o trabalho da associação, que atende tanto crianças quanto adultos. “Há uma diferença entre como as pessoas olham as crianças e os adultos com aids. As crianças são vistas como vítimas. Já os adultos, como culpados. Por isso, é até difícil achar voluntários para trabalhar com adultos”, revela.

E essa discriminação, que parte de amigos, familiares e chega até ao mercado de trabalho, não tem origem somente externa. Muitas pessoas que suspeitam estar com HIV não fazem o exame com medo da confirmação. Segundo Márcia da Silva, o diagnóstico tardio é muito prejudicial ao tratamento. “A pessoa tem que se tratar, porém, ainda não fizeram uma pílula contra o preconceito”.

 

Risco

Ao longo de todos esses anos lutando contra a aids, a Sapab afirma que houve uma migração de um grupo de risco para um comportamento de risco. Ainda hoje, a forma prevalente de infecção é por meio de relações sexuais desprotegidas.

“Antigamente, havia determinados grupos de risco. Hoje, isso não existe mais. Todo mundo está suscetível. Para se ter uma ideia, a quantidade de homens e mulheres com a doença é pareada. O que ocorre não são grupos, mas comportamentos de risco. É preciso ter conscientização”, aponta a coordenadora da Sapab.

Em relação aos medicamentos antirretrovirais – os chamados coquetéis -, houve ampla evolução durante todo esse tempo. Porém, o próprio vírus acompanhou esse processo. “Costumamos dizer que o vírus é inteligente. Ele tenta sobreviver. Por isso, os pacientes precisam passar por exames periódicos que medem a imunidade e a carga viral. Dependendo, a medicação precisa ser trocada”, conclui a coordenadora administrativa e de prevenção da Sapab, Márcia Pereira da Silva.

Fonte: JCNET

Dia Mundial de Combate a Aids é comemorado no Barra Mansa

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O SESC (Serviço Social do Comércio) Rio, unidade Barra Mansa, em parceria com a Cruz Vermelha do município, realizou no último sábado na Praça da Matriz, no Centro, uma campanha comemorativa em prol do dia Mundial de Combate a Aids , comemorado no último dia 1°.

De acordo com a responsável pela parte técnica do SESC, no município, Soraia Zamlti, a informação ainda é o melhor modo de se evitar a doença.

-Em parceria com professores e estagiários da Cruz Vermelha, estaremos distribuindo panfletos e preservativos masculinos e femininos, como forma de precaução em relação á doença-informou.

A professora supervisora de estágio da Cruz Vermelha, Vanessa Rodrigues, orientava a população sobre a importância de se realizar o teste de HIV.

-Além de orientar a população sobre a importância da realização do teste (que não era feito na localidade), estaremos aferindo pressão e recolhendo brinquedos para o projeto sonho de criança-falou.

A ação também esclareceu a população sobre como se colocar o preservativo nos órgãos sexuais masculinos e femininos.

-Ainda existe certa resistência, medo ou vergonha, tanto de homens quanto mulheres sobre o uso do preservativo, que ainda é o método mais eficaz de se evitar a doença através do ato sexual-pontuou o enfermeiro Sérgio Murilo Pontes.

A vendedora Tatiana Rodrigues, aprovou a iniciativa do projeto.

-Fico muito feliz com esta iniciativa de precaução. Conheço uma pessoa que tem a doença, e sei o quanto ele é descriminado-contou.

Além das informações sobre os cuidados em relação a Aids, houve o alerta sobre outros tipos de DST(Doenças Sexualmente Transmissíveis).

-Apesar de ser um dia de precaução contra a Aids , não podemos esquecer de outras doenças como a Sífilis e a Gonorreia-comentou o agente de saúde Glauber Lemos.

Soraia ainda comentou que mais ações seriam realizadas no decorrer da semana.

-Durante a semana, continuaremos fazendo palestras, e distribuindo preservativos nas escolas noturnas do municípios-comentou.

Fonte: Diário do Vale

Caminhada de mulheres marca Dia Mundial de Luta contra Aids no DF

O Dia Mundial de Luta contra Aids neste sábado (1º) foi marcado em Brasília por uma caminhada de mulheres, no Parque da Cidade, a partir das 9h.

“Não fique na dúvida, fique sabendo” é o tema da campanha deste ano com propostas de ações de prevenção e conscientização.

Durante o ato, foi feita uma pesquisa para avaliar o conhecimento das mulheres sobre a camisinha feminina. Uma equipe vai entregar questionários e distribuir preservativos. O teste será feito na unidade móvel que foi oferecida pela Embaixada dos Estados Unidos e estará instalada ao lado do Quiosque do Atleta.

O encontro deste sábado é promovido pela Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, Fundo de População das Nações Unidas, Secretaria da Mulher e da Saúde do Distrito Federal, Ministério da Saúde e Embaixada dos Estados Unidos.

Incidência 
A taxa de incidência de Aids no Distrito Federal aumentou acima da média nacional nos últimos dois anos, segundo dados do Ministério da Saúde. No estudo, Brasília aparece como a 25ª colocada. Em 2010 eram 16,7 portadores da doença a cada grupo de 100 mil pessoas no DF. Esse número aumentou para 19,5, o que representa um crescimento de 16,7%.

No período, a taxa de incidência nacional passou de 17,9 infectados com o vírus HIV a cada grupo de 100 mil habitantes para 20,2, um aumento de 12,8%. Apesar do aumento maior que a média do país, Brasília ocupa a 25ª posição no número de casos de contaminação entre as capitais do Brasil.

A maior parte das pessoas que têm Aids no DF são homens, brancos, heterossexuais e com idade entre 30 e 44 anos, de acordo com o ministério. O número de mortes ficou praticamente estável nos últimos dois anos. Em 2011, 117 pessoas morreram de Aids; em 2010 foram 118.

A Secretaria de Saúde informou que está implantando, em alguns centros de saúde (veja lista abaixo), o exame rápido para detecção da doença e início imediato do tratamento. Até a publicação desta reportagem, a data do início dos exames ainda não havia sido divulgada. Segundo a pasta, o grupo mais vulnerável atualmente são os homens heterossexuais que também fazem sexo com outros homens sem proteção.

Veja os locais onde o exame rápido para detecção da doença será realizado
– Ambulatório de Especialidades do Hospital Regional de Ceilândia (QNM 17, Área Especial nº 1)
– Centro de Saúde nº 01 de Planaltina (Entre as Vias WL 4 e NS1, Área Hospitalar)
– Centro de Saúde nº 01 de Sobradinho (Quadra 14 – Área Especial – nº. 22/23)
– Centro de Saúde nº 02 do Guará (QE 17, AE)
– Centro de Saúde nº 05 do Gama (Q. 38 – Área Especial – Setor Central – Lado Leste)
– Centro de Saúde nº 11 de Brasília (SGAN – Quadra 905 – Módulo D – Asa Norte)
– Hospital Universitário de Brasília – HUB – Ambulatório – Serviço de Doenças Infecciosas e Parasitárias (SGAN 605 – L2 Norte)
– Unidade Mista – Regional Sul – Hospital Dia (EQS – 508/509 – Asa Sul)
– Unidade Mista de Taguatinga (C 12 – Área Especial nº 01 – Taguatinga Centro)
– Rodoviária Plano Piloto – Estação Rodoviária de Brasília – Zona Cívico Administrativa

Fonte: G1

Pedágio lembra Dia Mundial de Combate a Aids em São Vicente, SP

O dia mundial de combate à AIDS é comemorado neste sábado (1) e, na Baixada Santista, várias ações lembram a data. Na região, ONGs se mobilizaram para conscientizar com o objetivo de prevenir a doença. Na Baixada Santista, mais de 5400 pessoas contraíram a doença nos últimos dez anos. Quase metade desse número é formado por homens entre 30 e 49 anos. O grupo formado por jovens entre 20 e 29 anos vem logo na sequência. Mesmo com a evolução do tratamento, nesse período a doença provocou a morte de 8.195 pessoas.

Segundo Beto Volpe, presidente de uma ONG que trabalha com soropositivos em São Vicente, no litoral de São Paulo, as estatísticas oficiais não representam a realidade. “Não estão incluídas as mortes por efeitos colaterais do tratamento que já superam as mortes por Aids. A gente tem que ter muito cuidado quando a gente menospreza uma doença de apenas 30 anos de conhecimento e com uma complexidade cada vez maior”, diz.

A organização realizou neste sábado um pedágio para conscientizar a população sobre os riscos da doença. Foram distribuídos preservativos e folhetos com informações. A partir das 19h deste sábado acontecerá uma vigília à luz de velas em frente à igreja matriz de São Vicente, em memória das pessoas que morreram vítimas da doença.

 Fonte: G1 – Santos

Em dia de luta contra a AIDS, Carlinhos Brown relembra a perda de Cazuza

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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, lançou na manhã deste sábado (1º), na capital baiana, a Campanha de enfrentamento a AIDS “Fique Sabendo”, no Candeal. O evento realizado no Guetho Square, que contou com a participação de Carlinhos Brown, representantes da ONU e dos governos Federal, Estadual e Municipal, e sociedade civil, teve comemorações e premiações alusivas ao 1º de dezembro, Dia Mundial de Luta Contra a AIDS.

Carlinhos Brown destacou que é uma responsabilidade de todos nós a luta contra a AIDS e que precisamos estar reunidos nessa “causa única que é o ser humano”. “Sabemos como a AIDS tem sido um vírus devastador, que não só devasta o ser humano, mas devasta a família. Já que não há cura, que não haja preconceito. Vários adolescentes não puderam ver Cazuza, rei da música, que teve o problema, mas na época não tínhamos todas essas ações que temos hoje”, destacou.

Fonte: Correio 24 horas