Fundo Global de combate à aids, tuberculose e malária: US$ 15 bi em 3 anos salvarão milhões de vidas

Com um investimento de 15 bilhões de dólares ao longo dos próximos três anos, a comunidade internacional pode fazer grandes progressos no combate a pandemias, salvando milhões de vidas e economizando muito dinheiro. A avaliação está no relatório do Fundo Global, apoiado pela ONU, para combater HIV/aids, Tuberculose e Malária.

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O estudo divulgado nesta quinta-feira (12) adverte que se o financiamento global para as três doenças infecciosas acabar, graves consequências humanitárias serão desencadeadas e combatê-las poderá custar até 47 bilhões de dólares.

O documento “O Custo da Inação” afirma que, sem o financiamento, a cada ano 2,6 milhões de pessoas seriam infectadas com HIV, 3 milhões de pessoas não receberiam o tratamento para tuberculose e 1 milhão morreria por causa disso. Outras 196 mil morreriam de malária.

“Há três fatores convincentes que tornam esta uma oportunidade única para lutar e derrotar essas doenças”, disse o diretor executivo do Fundo Global, Mark Dybul, falando sobre a experiência, novas ferramentas científicas e a compreensão epidemiológica. “Nós podemos fazer uma diferença transformadora e, se não agirmos agora, as consequências serão atordoantes.”

Fonte: ONU

Mortes no trânsito devem superar Aids até 2030, diz OMS

O número de mortes causadas por acidentes de trânsito pelo mundo já chegou a 1,24 milhões. Um relatório feito pela Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que em 2030 esse número chegará a 3,6 milhões.

Nos países em desenvolvimento, onde essa “pandemia” é maior, os acidentes de trânsito serão a 5ª principal causa de mortes, ultrapassando Aids, malária, tuberculose e outras doenças. Veja abaixo uma relação dos acidentes de trânsito em alguns países.

Nigéria: É surpreendente, mas em diversos países não saber dirigir ou não ter carteira de motorista não é um problema na hora de assumir o volante.

Na Nigéria, somente agora o governo passou a exigir que os novos motoristas tenham aulas de direção e passem por testes antes de obter uma carteira. Antigamente, bastava comprar uma. A África registra um grande número de acidentes fatais no trânsito, com 24 mortes para cada 100 mil habitantes. A Nigéria é o país africano com mais acidentes e mortes envolvendo veículos.

Suécia: Se classificarmos os acidentes de trânsito como uma doença, a Suécia já erradicou este mal. O país escandinavo registra uma taxa de três mortes no trânsito para cada 100 mil habitantes, a mais baixa entre os países desenvolvidos.

República Dominicana: No continente americano, a República Dominicana é o país mais perigoso para dirigir. O país tem uma taxa de 42 mortes no trânsito para cada 100 mil habitantes. Cinquenta e oito porcento das mortes é causada por acidentes envolvendo veículos de duas ou três rodas.

Colômbia: Em Bogotá, os taxistas andam tão rápido que os passageiros se sentem como peças em um jogo de pinball. Além disso, a criminalidade é um fator agravante das mortes no trânsito no país. Apesar disso, o país evoluiu em relação a segurança no trânsito. Este ano a taxa de mortes no trânsito caiu de 280 para 180 em cinco meses. O país tem uma taxa de 15,6 acidentes fatais para cada 100 mil habitantes. O número é inferior aos 22,5 para cada 100 mil habitantes registrado pelo Brasil.

Fonte: Opinião e Notícia

Saúde (Sergipe) leva teste rápido de DST/Aids aos trabalhadores da Petrobras

A Unidade Móvel ‘Fique Sabendo’, do programa DST/Aids da Secretaria de Estado da Saúde (SES) está fortalecendo a credibilidade na capital e no interior. Dessa vez, o veículo foi até a unidade da Petrobrás, situada no município de Carmópolis, para participar da Semana de Prevenção de Acidentes da empresa, realizando gratuitamente exames para detecção da Aids e da Sífilis.

De acordo com Almir Santana, gerente do programa DST/Aids da SES, o objetivo de levar o TesteRápido foi fazer com que os trabalhadores, que em geral não procuram o serviço de saúde ou os Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA) com frequência, detectem precocemente a existência ou não dessas doenças.

“Essa ação dentro das empresas é de grande eficácia. Está provado que as pessoas querem fazer o exame e, nem sempre, têm a facilidade em realizá-lo”, disse Almir Santana.

Além do Teste Rápido, os trabalhadores tiveram acesso aos materiais informativos sobre as DST/AIDS, preservativos e gel lubrificante. “As informações passadas dentro das empresas para os trabalhadores são levadas para as famílias”, pontuou Almir Santana.

O trabalho da Comissão de Prevenção de Acidentes (CIPA) da unidade de Carmópolis da Petrobrás envolveu sete mil trabalhadores próprios da empresa e terceirizados. “A produtividade da empresa depende, também, do funcionário estar saudável. Consideramos muito importante o trabalho de conscientização”, disse Waldemar Fontes Cardoso Neto, presidente da CIPA.

“A Secretaria de Estado da Saúde há muito tempo apoia nossas ações com palestras e agora com a vinda da Unidade Móvel Fique Sabendo. Sempre solicitamos e as equipes estão sempre de prontidão para realizar os trabalhos de prevenção”, finalizou o presidente da CIPA.

Fonte: Aqui Acontece

Projeto Jaraqui na luta contra a Aids neste sábado (1º)

No Dia Mundial de Luta Contra a Aids, 1º de dezembro, a tribuna do Projeto Jaraqui, neste sábado, a partir das 10h, fará uma avaliação do aumento dos casos da doença no Amazonas.

O Fórum LGBT e o Movimento das Cidadãs Soropositivas representados, respectivamente, por Jeferson Pereira e Disney Diniz, vão expor a situação do atendimento aos pacientes e a necessidade de os Governos fortalecerem as campanhas de conscientização e prevenção às Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs).

Em 2011, quase três novos casos de Aids foram diagnosticados a cada 24 horas no Amazonas. Esse avanço da doença representou 801 diagnósticos de novos portadores do vírus, nos meses de janeiro a outubro do ano passado.

A Coordenação Estadual de DST/AIDS calculou em 7,5 mil os casos da doença no Amazonas. Desse total, cerca de cinco mil estavam fazendo o acompanhamento médico na rede estadual. A estimativa é que para cada caso confirmado, existam outros quatro casos desconhecidos pela falta do exame.

Fonte: A Critica

HDT promove ações pela luta contra a Aids

O Hospital de Doenças Tropicais Dr. Anuar Auad promove amanhã e depois (sexta-feira e sábado), duas ações para estimular o diagnóstico precoce e a prevenção de HIV/Aids. As ações são alusivas à campanha do Ministério da Saúde, que tem como tema “Não fique em dúvida, fique sabendo” e enfatiza a necessidade do diagnóstico precoce do HIV, o sigilo e confidencialidade do teste e o respeito aos direitos humanos.

A primeira ação será realizada a partir das 7h30 de amanhã, no Terminal Isidória. Uma equipe do HDT vai distribuir panfletos informativos e explicará à população a importância de se realizar o teste de HIV. A ideia de promover a ação no terminal veio da necessidade de mobilizar o maior número possível de pessoas sobre o tema, independente de idade, classe social ou orientação sexual. O estacionamento HDT será palco da segunda ação,  que acontece amanhã, das 8 às 18 horas, e sábado, das 8 às 12 horas. A programação inclui oficinas sobre sexo seguro e distribuição de brindes aos participantes.

Segundo o diretor geral do HDT, o médico infectologista Boaventura Braz de Queiroz, cerca de 30 mil pessoas vivem com HIV em Goiás, sendo que metade delas não sabe que possui o vírus. “Essa situação é alarmante, pois 55% das mortes por Aids no Estado têm relação direta com o diagnóstico tardio da doença”, alerta. Em todo o País, 530 mil pessoas possuem o vírus, sendo que 135 mil desconhecem sua situação.

Mais informações: (62) 3201-3620

Fonte: Notícias de Goiás

Programa Geração Sem Aids mobiliza mais de 500 alunos

Nesta quita-feira, 29, mais de 500 estudantes na zona Norte de Aracaju participaram de uma tarde de debates sobre HIV, Sífilis e Hepatites B e C e formas de prevenção das Doenças Sexualmente Transmissíveis. Com a atividade, a Prefeitura Municipal de Aracaju (PMA) soma forças pelo 1º de dezembro – Dia Mundial de Luta Contra Aids.

A Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Oviedo Teixeira, no bairro José Conrado, recebeu a palestra do Programa Geração Sem Aids. A iniciativa é uma parceria entre Secretaria Municipal da Saúde (SMS) e Secretaria Municipal da Educação (Semed).

Com a presença animada da artista e drag queen Kharolyne Prínscipal, foi promovido um debate esclarecedor com técnicos do Programa Municipal de DST, Aids e Hepatites Virais, Programa Saúde da Mulher e Coordenação de Promoção de Saúde (COPS) da SMS. Da ação, adolescentes interagiram tirando dúvidas com os profissionais da Saúde e recebendo prêmios comemorativos como caderneta do adolescente, capas de cadernos comemorativas da luta contra Aids, agendas e panfletos informativos com mensagens de prevenção das Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST’s) e uso da camisinha.

O coordenador do Programa Municipal de DST, Aids e Hepatites Virais, Andrey Lemos reforça que o bate papo com a juventude é uma ação fundamental. “Assim formamos cidadãos esclarecidos e conscientes do risco real que é uma relação sexual desprotegida e as Doenças Sexualmente Transmissíveis. Acima de tudo, estimulamos os jovens a enfrentar o tabu e os preconceitos. Hoje, muitas das DSTS tem cura e tratamento. A Aids embora não tenha cura, tem tratamento e não a motivo para pânico ou preconceito, a pesssoa deve se amar e cuidar da saúde”, explicou
Testes Rápidos

Durante os debates, os técnicos da SMS esclareceram que a PMA mantém o Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA). O serviço está localizado no Centro de Especialidades Médicas (Cemar), do bairro Siqueira Campos, e permanece em funcionamento de segunda a sexta-feira das 7 às 17h, disponível para todos os cidadãos que desejam fazer o teste. Para acessar o serviço é apenas necessário ter em mãos o numero do Cartão SUS e um documento de identificação como CPF ou RG. Lá são disponibilizados testes para HIV, sífilis e hepatites B.

Fonte: Infonet

60% dos jovens soropositivos dos EUA ignoram ter HIV, informa portal Terra

Sessenta por cento dos jovens americanos soropositivos com idades entre 13 e 24 anos não sabem que estão infectados com o HIV, vírus causador da Aids, informaram autoridades sanitárias americanas em um relatório publicado esta terça-feira. As informações são do portal de notícias Terra e da agência de notícias AFP.

Estes jovens americanos representam 26% das novas infecções a cada ano no país e 7% do 1,1 milhão de americanos que vivem com HIV, destacou o estudo do organismo federal Centros para o Controle e a Prevenção de Doenças (CDC). Os homossexuais, os bissexuais e os negros foram os mais afetados pelo HIV, acrescentou o estudo, feito com base em números de 2010.

Os jovens negros representam 57% das infecções, enquanto entre os hispânicos e os brancos, a taxa chegou a 20% em cada grupo. Quase 75% das 12.200 novas infecções anuais de HIV entre pessoas de 13 a 24 anos se devem a relações homossexuais.

Estes jovens têm um risco significativamente maior de infecção do que os heterossexuais de ambos os sexos, frequentemente devido a relações sexuais sem proteção com múltiplos parceiros e ao uso de drogas injetáveis, destacou o informe do CDC.

Os cientistas também examinaram o comportamento de jovens em 12 estados e nove centros urbanos importantes e constataram que os homossexuais se infectam muito mais com o HIV do que os heterossexuais. “Este elevado número e jovens infectados com o HIV a cada ano é uma tragédia que poderia ser evitada”, disse o doutor Thomas Frieden, diretor dos CDC. “Todos os jovens podem proteger sua saúde, evitar contrair o vírus e transmiti-lo, e fazer o exame”, insistiu.

Estudos anteriores demonstraram que a pobreza, a falta de acesso a cuidados de saúde e a discriminação aumentam significativamente o risco de infecção. A pesquisa americana, publicada em 9 de novembro pelos Institutos Nacionais de Saúde (NIH, na sigla em inglês), mostra que 20% dos jovens que nascem com HIV nos Estados Unidos desconhecem o fato quando têm sua primeira relação sexual. O estudo, divulgado na revista Clinical Infectious Diseases, também revelou que a maioria das pessoas que sabem estar infectadas com o HIV não contam ao parceiro. Além disso, a grande maioria dos jovens soropositivos admite ter tido relações sexuais sem preservativos.

Fonte: Portal Terra / Agência de Notícias da AIDS