Número de casos de DST/Aids entre os mais velhos aumenta 10% em SE

MARiavieira Viúva, Maria dos Santos Vieira, diz que vai se dedicar à castidade (Foto: Marina Fontenele/G1)

 

Os medicamentos utilizados para a disfunção erétil e a reposição hormonal ajudam no desempenho sexual principalmente para pessoas acima de 50 anos. É justamente a partir dessa idade que as pessoas estão mais vulneráveis a contrair Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs). Segundo uma pesquisa feita pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), o número de casos de DST/Aids nessa faixa etária aumentou 10% nos últimos cinco anos.

Dos 3.340 casos em Sergipe, 347 são de pessoas infectadas pelo HIV nessa faixa etária. A pesquisa aponta que a sensação de invulnerabilidade e o mito de que o idoso é assexuado são responsáveis por esse dado alarmante. Com a falta do hábito de ir ao médico com frequência para exames de rotina e diagnóstico precoce, os casos em homens somam 247. A quantidade de infecções nas mulheres também aumentou e já chega a 100. Para muitas delas, a vida sexual encerra quando ficam viúvas ou se separam dos seus parceiros.

Maria dos Santos Vieira, 54 anos, ficou viúva há cerca de um ano e descarta a possibilidade de algum dia ter um novo parceiro. “Vou viver na castidade. Muita gente diz que é bom envelhecer com alguém do lado por causa da solidão, mas me sinto bem sozinha com Deus no coração. Quando eu me sentir carente irei socializar com as pessoas da minha igreja”, garante.

A falta de diálogo sobre sexo entre os mais velhos é uma barreira que atrapalha o combate do avanço da DST/Aids. A comerciante Ineide Santos, 58 anos, confirma essa afirmativa. “Sou separada há 22 anos e nem sei o que falar sobre o uso desses métodos preventivos”, afirma.

A educação rígida, na maioria dos casos, tornou a sexualidade um assunto velado, cheio de mitos e preconceitos. “Meus pais nunca falaram comigo sobre isso e nem eu conversei com nenhuma das minhas três filhas por vergonha. Hoje em dia o que elas têm que saber a televisão e a escola ensinam. A única coisa que eu fiz foi pedir para elas terem juízo e não fazer nada de errado”, revela a comerciante Maria dos Santos, 63 anos.

De acordo com José Almir Santana, gerente do Programa Estadual de DST/Aids, até os próprios médicos não questionam sobre a vida sexual dos pacientes durante a consulta e nem dão orientações.

“O idoso não tinha o hábito de usar camisinha na juventude porque a iniciação sexual dele foi anterior à divulgação desse tipo de preservativo. Estudos do Ministério da Saúde revelam que a chance do idoso usar métodos preventivos é cinco vezes menor do que entre a população jovem”, destaca Almir. Segundo ele, uma equipe da SES vai às reuniões de grupos de idosos para levar a orientação e estimular o uso de presevativos femininos, masculinos e gel lubrificante.

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“A discussão sobre esse assunto ainda é um tabu que precisa ser quebrado”, reforça José Mariano
(Foto: Marina Fontenele/G1)

O aposentado Everaldo de Araújo Silva, 69 anos, acredita que entre casais que têm uma relação estável a incidência do uso do preservativo é ainda menor. “Quando temos um compromisso com uma pessoa temos mais cuidados. Uma dessas responsabilidades é a fidelidade e isso diminui as chances de contrair doenças através do sexo, por isso o uso do preservativo acaba não se tornando tanto uma obrigação como em relações passageiras”, opina.

A incidência de infecção do HIV na faixa de 50 a 59 anos representa 76% do total de registros de Aids em pessoas com mais de 50 anos. São 265 casos, dos quais 184 são homens e 81 em mulheres. Entre 60 e 69 anos são 70 casos e entre 70 e 79 anos, o número de pessoas infectadas soma nove entre homens e três em mulheres.

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Júcia Valeriano orienta os filhos sobre o uso de métodos preventivos (Foto: Marina Fontenele/G1)

“Eu acho que todo mundo deve usar camisinha porque tudo é muito incerto. Não dá para saber quem tem a doença só em olhar para a cara dela. A discussão sobre esse assunto ainda é um tabu que precisa ser quebrado”, reforça o aposentado José Mariano de Melo Barbosa, que é casado.

Júcia Valeriano Santos, 65 anos, orienta os filhos sobre o uso de métodos preventivos. “É importante que as pessoas de todas as idades usem o preservativo porque você sabe da sua saúde, mas não sabe a trajetória e hábitos dos outros”, orienta.

Fonte: G1

Cai número de mortes causadas pela Aids no DF

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De acordo com a Secretaria de Saúde do Distrito Federal, o número de mortes causadas pelo vírus HIV caiu 7,2 por 100 mil habitantes de 1996 a 2012. Apesar do dado ser positivo, a doença ainda é motivo de preocupação já que pelo menos 500 novos casos são identificados no DF todos os anos.

Hoje, o Distrito Federal ocupa o 25º lugar dentre as capitais brasileiras, com um coeficiente de incidência média de 18 casos de Aids por 100 mil habitantes. Desde a identificação do primeiro caso, em 1985, já foram notificados mais de oito mil casos da doença, segundo dados da Secretaria de Saúde.

Com o surgimento dos antirretrovirais, o conhecido “coquetel”, que se incorporaram ao tratamento desde 1996, mudou drasticamente o cenário de infecção no Brasil, principalmente no que se refere à mortalidade.

Segundo o gerente da Gerência de Doenças Sexualmente Transmissíveis, Sérgio Dávila, a o uso desses medicamentos reduziu as taxas de óbitos no DF.

— A sua utilização no tratamento oferecido pelos serviços de referência da secretaria reduziu a taxa de 11,6 mortes por 100 habitantes (em 1996) para 4,2 mortes por 100 mil habitantes em 2012.

Os tratamentos disponíveis na rede pública de saúde estão cada vez mais eficientes e garantindo qualidade de vida às pessoas que vivem com o vírus. A oferta de testagem, principalmente com a utilização dos testes rápidos, aumenta a capacidade de realizar diagnóstico precoce, o que traz menos prejuízo à saúde do portador da doença.

Sérgio Dávila destaca, ainda, que a Aids continua sendo uma doença grave e, portanto, devem ser mantidos e ampliados os esforços na redução de sua transmissão.

— Para reduzir esses índices é preciso melhorar continuamente os serviços de saúde, o tratamento das outras doenças sexualmente transmissíveis e distribuir preservativos masculinos e femininos para adoção de práticas sexuais mais seguras.

Fonte: R7

SP registra menor índice de mortalidade por Aids

O secretário de Estado da Saúde, David Uip, anunciou nesta quinta-feira (31), em comemoração aos 30 anos do programa Estadual DST/Aids-SP, o menor índice de mortalidade por Aids da história de São Paulo.

Levantamento do programa aponta que em 2012  foram registrados 2.760 mortes no Estado de São Paulo, o que representam uma taxa de mortalidade de 6,6 por 100.000 habitantes. Em 1995 foram 7.739 mortes, com taxa de mortalidade de 22,9.

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Além disso, foi constatado que a sobrevida dos pacientes é cada vez maior e de melhor qualidade.

De acordo com o secretário, para reduzir ainda mais a mortalidade o Estado continuará a investir no diagnóstico precoce da infecção pelo HIV, com a ampliação da oferta do teste rápido, além de garantir o acesso às terapias antirretrovirais de alta potência.

Reconhecido internacionalmente por sua política pública para portadores de HIV/Aids, o sucesso do programa paulista pode ser atribuído a uma série de mudanças sociais e políticas na década de 80 como a redemocratização do país, a construção do SUS, a participação da sociedade civil, a mobilização de diversos setores, ao equilíbrio entre prevenção e tratamento e a promoção sistemática dos direitos humanos em todas as estratégias e ações.

Os primeiros casos da Aids no Brasil surgiram no início da década de 80, em São Paulo. Neste contexto, para dar conta da urgência em termos de saúde pública foi criado em 1983, o Programa Estadual de DST/Aids (PE-DST/Aids), com quatro objetivos básicos: vigilância epidemiológica, esclarecimento à população para evitar o pânico e discriminação dos grupos considerados vulneráveis na época, garantia de atendimento aos casos verificados e orientação aos profissionais de saúde.

Fonte: UOL

Pacientes com HIV terão tratamento antecipado; pelo menos cem mil novos casos serão atendidos

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Pacientes adultos com HIV terão o tratamento antecipado no Brasil. O Ministério da Saúde ofertará a terapia com antirretrovirais assim que a infecção for identificada, qualquer que seja o estágio da doença. Com a mudança, a expectativa é de que pelo menos cem mil novos pacientes passem a fazer uso do remédio. Atualmente, são 313 mil. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

“A nova estratégia coloca o País na vanguarda do tratamento”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. A oferta de antiaids para todos os portadores do vírus é adotada somente pelos Estados Unidos e pela França. A mudança na indicação do uso do remédio deve ser posta em prática até o fim de 2013. Está prevista também a incorporação no protocolo de uma nova droga, combinada, produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O três em um, composto por tenofovir, lamivudina e efavirenz, aguarda certificação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Assim que for liberado, o produto deverá ser indicado para pacientes no início de tratamento.

O tratamento precoce tem dois objetivos. O primeiro deles é ampliar a proteção do paciente com HIV. Pesquisadores concluíram que a estratégia melhora de forma significativa a qualidade de vida do soropositivo, além do efeito protetor. A medida também tem um caráter de saúde pública. Ao tomar o antirretroviral, os níveis de vírus no organismo são reduzidos de forma significativa, dificultando a infecção do parceiro, no caso de relação sexual sem camisinha.

“Isso não impede, mas reduz a transmissão”, afirmou. A coordenadora do Programa Estadual de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST)-Aids de São Paulo, Maria Clara Gianna, disse considerar a antecipação do tratamento uma medida importante. “Não há dúvida de que é um avanço”, declarou. Maria Clara destacou no entanto ser necessário agora organizar o sistema de atendimento porque, “certamente”, a demanda nos serviços deverá crescer. De acordo com ela, um outro ponto importante é assegurar a precocidade no diagnóstico da doença. Caso contrário, ainda há uma legião de pacientes que não se beneficiará com a mudança da recomendação.

Padilha disse não haver, no momento, a estimativa de qual será o impacto no orçamento para ampliação da indicação do remédio. Atualmente, do R$ 1,2 bilhão reservado no orçamento para aids, R$ 770 milhões são destinados para medicamentos. O ministério afirmou que, para o cálculo exato, é preciso saber qual será o preço da droga combinada, produzida pela Fiocruz.

A política de antecipar o tratamento de pacientes com HIV é adotada pelo governo há alguns anos. Em 2012, o início do uso de drogas passou a ser indicado para pacientes com contagem de defesa no organismo (CD4) igual ou inferior a 500. Soropositivos com parceiros sem HIV também passaram a ter indicação do uso precoce do medicamento, independentemente da carga viral.

Fonte: O Estado de São Paulo

Aids está entre principais causas de doenças incapacitantes na A. Latina

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O comportamento da contaminação da aids está mudando no mundo, exigindo mais atenção e investimentos em países que há alguns anos registravam baixos índices e passaram a apresentar níveis epidêmicos. A informação faz parte do estudo O Peso do HIV: Percepções a partir do Estudo Global sobre o Peso de Doenças 2010, do Instituto de Métricas e Avaliação da Saúde (IHME, sigla em inglês), da Universidade de Washington.

Apesar da queda global generalizada nas taxas de mortalidade pela doença, entre 2006 e 2010, as mortes em decorrência da aids aumentaram em 98 países. O estudo mostra que a contaminação pelo vírus cresceu principalmente em nações que não tinham sido afetadas pela epidemia em décadas anteriores. O HIV é a principal causa do surgimento de doença em 21 países, concentrados em quatro regiões: África Oriental e Austral, África Central, Caribe e Sudeste Asiático.

De acordo com a pesquisa, em quatro dos 17 países da América Latina (Colômbia, Honduras, Panamá e Venezuela), a aids aparece como uma das dez principais causas de doenças incapacitantes e em outros sete países, está no ranking das 25 principais causas de enfermidades, como a Bolívia, o Brasil, Equador, a Guatemala, o Paraguai e Peru.

O estudo enfatiza que apesar dos progressos em políticas públicas no combate à mortalidade, a doença continua a ser uma das principais causas de perda de saúde, especialmente para pessoas com idades entre 25 e 45 anos.

A pesquisa considera como perda de saúde a relação entre os anos de vida perdidos por morte prematura e anos vividos com incapacidade por pessoas com o vírus da aids, o que permite comparações entre diferentes populações e condições de saúde.

Em 2010, 20% da perda de saúde devido ao HIV foram registrados em países onde o vírus não estava entre as dez principais causas de doenças. Em 2005, esse percentual era 15,5%. De acordo com o documento, a Venezuela está entre os países latino-americanos mais afetados pelo HIV. A doença foi responsável por 3,6% do surgimento de casos de outras enfermidades em 2010 no país.

“Houve uma redução no mundo da mortalidade por aids, que ainda é, no entanto, a principal responsável por doenças incapacitantes em 21 países – a maioria desses, africanos – mas também em locais como a Tailândia e diversos países do Caribe. Acredito que foi surpreendente ter tantos países afetados dessa forma pela aids na América Latina”, disse a pesquisadora do IHME e líder do estudo, Katrina Ortblad, à Agência Brasil.

“A principal mensagem do estudo é que o vírus HIV não desapareceu. Apesar de avanços, com esforços governamentais e mudança de comportamento da população, a aids é a quinta principal causa de doenças em todo o mundo, considerando tanto as mortes quanto os anos de incapacidade prematura”, acrescentou.

Apesar de ainda registrar taxas elevadas de contaminação, o Brasil e o México estão em uma tendência de queda acentuada, com redução da mortalidade em 45,3 % e 69,2 %, respectivamente, do ano de pico até 2010. De acordo com o instituto norte-americano, o Brasil atingiu o auge de contaminação em 1996, e o México em 1998.

“O Brasil tem feito grandes progressos no combate ao HIV, comparando com outros países latino-americanos a redução dos níveis de mortalidade é impressionante. Nós também comparamos os avanços do Brasil com os demais países do Brics, como China, Rússia e Índia’, destacou a pesquisadora.

Em 15 dos 17 países latino-americanos, a tendência é queda de mortalidade por aids. Chile e Guatemala são as exceções. Nesses países, as mortes pela doença ainda estão crescendo.

Na Argentina, embora a taxa de mortalidade tenha atingido o pico há 12 anos, a doença foi a sexta maior causa de problemas de saúde de homens e mulheres na faixa etária de 35 a 39 anos em 2010, aumento de 490% desde 1990.

Embora o estudo tenha detectado a alta de contaminação da doença em países da América Latina, ele não explica os motivos do aumento.

O estudo descreve avanços no cenário global da aids. Ao atingir o ápice mundial de contaminações em 2006, a doença está diminuindo a uma taxa média anual de 4,17%. Segundo a pesquisa, o bom resultado no combate pode ser atribuído ao financiamento global e à consciência política.

No entanto, a doença continua a ser uma ameaça à saúde na África, no Caribe e na Tailândia. O instituto estima que em 2012 ocorreram mortes em decorrência do vírus em 186 países.

A pesquisa faz parte de um projeto colaborativo de cerca de 500 pesquisadores de 50 países liderados pelo IHME, da Universidade de Washington. De acordo com o instituto, trata-se de um esforço científico sistemático para quantificar os níveis e as tendências de perda de saúde devido a doenças, ferimentos e fatores de risco.

Fonte: Portal Terra

Casos de aids caem no mundo, mas Mato Grosso acumula aumento de 77%

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Uma pesquisa apontou redução de 52% dos novos casos de HIV/Aids no mundo no últimos 11 anos. Esta é a primeira vez que houve registro de queda no número de infectados. Porém, em Mato Grosso, nos últimos seis anos houve um aumento de 77% no número de novos casos.

De acordo com levantamento feito pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids), a redução também foi observada fortemente em crianças, onde o índice caiu 33% no período. Em 2012, 2,3 milhões de novas pessoas foram infectadas, entre as quais aproximadamente 260 mil crianças.

Segundo informações da Secretaria de Saúde do Estado (SES), 3,4 mil novos casos foram registrados em Mato Grosso nos últimos seis anos. Destes, 42 são de crianças e 795 são gestantes.

O ano mais crítico para o estado foi 2011, quando 805 pessoas foram infectadas. Porém, após o período o número começou a cair em 2012 foram contabilizados 637 casos e até agora 2013 conta 397 registros.

Conforme a vice-presidente da Ong Grupo de Apoio ao Soro Positivo (Gasp) Corações Amigos, Kátia Damascena, o cenário global não reflete a realidade local. “É um paradoxo quando você fala em redução mundial e vê o SAE (Serviços de Atendimento Especializado em HIV/Aids) dizer que dois casos são registrados por dia aqui.”

Entre as diversas dificuldades, que as pessoas que convivem com o HIV em Cuiabá tem que enfrentar está a demora no atendimento. O tempo de espera para consultas é de aproximadamente dois meses. “O que está acontecendo? Se está reduzindo o número de casos e o governo diz que está investindo bem mais e aumentando o número de médicos. Alguma conta não bate.”

Segundo o Gasp, o Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (Crie) também não funciona adequadamente. “Há aproximadamente três meses ele mudou de endereço e desde então não conseguimos mais marcar consultas ou realizar exames”.

Para A.F., de 37 anos, o drama com a falta de atendimento é ainda maior. Ela contou que descobriu a doença durante a gravidez, por volta de quatro anos atrás e a filha também contraiu a doença.

Ela explicou que como os as pessoas conviventes com a Aids tem muita facilidade de contrair outras doenças, por conta da baixa imunidade, a unidade tem um setor de vacinas, porém há dois meses ela não encontra as doses que a filha precisa tomar para se proteger. “Eu já fui a diversos lugares e eles me mandam para outro lugar. Ligo na gerência do Crie e eles mandam ligar no SAE, ir nos postinhos ou outro tipo de unidade, mas continuamos sem vacina. Inclusive, por estes dias acaba o prazo para a minha filha tomar a terceira dose para hepatite.”

A Direção do Crie informou que desconhece as reclamações, pois a unidade está funcionando normalmente e nenhuma vacina tem faltado.

Fonte: O documento

Número de pessoas com aids cai quase 30% em um ano no Distrito Federal

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O número de pessoas com aids no Distrito Federal registra queda nos últimos anos. De acordo com a Secretaria de Saúde do DF, a média histórica na unidade da Federação era de 500 novos casos por ano. Em 2011, foram registrados 473 e no ano passado, 337, redução de 28,75%. 

O número de mortes também caiu. Ao todo, foram 117 em 2011 contra 79 em 2012. 

Segundo relatório da ONU (Organização das Nações Unidas), esse cenário é percebido no mundo todo. Entre 2001 e 2012, a queda geral no número de pessoas contaminadas foi de 33%. 

Brasília ocupa a 25ª colocação em casos da doença entre as capitais do País. 

O gerente de DSTs, Aids e Hepatites virais da Secretaria de Saúde, Sérgio D’Ávila, atribui os bons números ao tratamento mais acessível e ao diagnóstico cada vez mais precoce entre os portadores de HIV do DF.

Fonte: R7