Cai número de mortes causadas pela Aids no DF

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De acordo com a Secretaria de Saúde do Distrito Federal, o número de mortes causadas pelo vírus HIV caiu 7,2 por 100 mil habitantes de 1996 a 2012. Apesar do dado ser positivo, a doença ainda é motivo de preocupação já que pelo menos 500 novos casos são identificados no DF todos os anos.

Hoje, o Distrito Federal ocupa o 25º lugar dentre as capitais brasileiras, com um coeficiente de incidência média de 18 casos de Aids por 100 mil habitantes. Desde a identificação do primeiro caso, em 1985, já foram notificados mais de oito mil casos da doença, segundo dados da Secretaria de Saúde.

Com o surgimento dos antirretrovirais, o conhecido “coquetel”, que se incorporaram ao tratamento desde 1996, mudou drasticamente o cenário de infecção no Brasil, principalmente no que se refere à mortalidade.

Segundo o gerente da Gerência de Doenças Sexualmente Transmissíveis, Sérgio Dávila, a o uso desses medicamentos reduziu as taxas de óbitos no DF.

— A sua utilização no tratamento oferecido pelos serviços de referência da secretaria reduziu a taxa de 11,6 mortes por 100 habitantes (em 1996) para 4,2 mortes por 100 mil habitantes em 2012.

Os tratamentos disponíveis na rede pública de saúde estão cada vez mais eficientes e garantindo qualidade de vida às pessoas que vivem com o vírus. A oferta de testagem, principalmente com a utilização dos testes rápidos, aumenta a capacidade de realizar diagnóstico precoce, o que traz menos prejuízo à saúde do portador da doença.

Sérgio Dávila destaca, ainda, que a Aids continua sendo uma doença grave e, portanto, devem ser mantidos e ampliados os esforços na redução de sua transmissão.

— Para reduzir esses índices é preciso melhorar continuamente os serviços de saúde, o tratamento das outras doenças sexualmente transmissíveis e distribuir preservativos masculinos e femininos para adoção de práticas sexuais mais seguras.

Fonte: R7

SP registra menor índice de mortalidade por Aids

O secretário de Estado da Saúde, David Uip, anunciou nesta quinta-feira (31), em comemoração aos 30 anos do programa Estadual DST/Aids-SP, o menor índice de mortalidade por Aids da história de São Paulo.

Levantamento do programa aponta que em 2012  foram registrados 2.760 mortes no Estado de São Paulo, o que representam uma taxa de mortalidade de 6,6 por 100.000 habitantes. Em 1995 foram 7.739 mortes, com taxa de mortalidade de 22,9.

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Além disso, foi constatado que a sobrevida dos pacientes é cada vez maior e de melhor qualidade.

De acordo com o secretário, para reduzir ainda mais a mortalidade o Estado continuará a investir no diagnóstico precoce da infecção pelo HIV, com a ampliação da oferta do teste rápido, além de garantir o acesso às terapias antirretrovirais de alta potência.

Reconhecido internacionalmente por sua política pública para portadores de HIV/Aids, o sucesso do programa paulista pode ser atribuído a uma série de mudanças sociais e políticas na década de 80 como a redemocratização do país, a construção do SUS, a participação da sociedade civil, a mobilização de diversos setores, ao equilíbrio entre prevenção e tratamento e a promoção sistemática dos direitos humanos em todas as estratégias e ações.

Os primeiros casos da Aids no Brasil surgiram no início da década de 80, em São Paulo. Neste contexto, para dar conta da urgência em termos de saúde pública foi criado em 1983, o Programa Estadual de DST/Aids (PE-DST/Aids), com quatro objetivos básicos: vigilância epidemiológica, esclarecimento à população para evitar o pânico e discriminação dos grupos considerados vulneráveis na época, garantia de atendimento aos casos verificados e orientação aos profissionais de saúde.

Fonte: UOL

Número de mortos por Aids em 2013 em Araraquara já supera 2012 inteiro

O número de pessoas que morreram de Aids em Araraquara (SP) em 2013 já superou o total de mortes pelo mesmo motivo no ano passado inteiro. De janeiro a julho deste ano, 12 pessoas foram vítimas da doença, segundo dados da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo. É o maior índice da região.

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Com medo de descobrir a Aids, muita gente prefere ficar na dúvida e não faz o teste de HIV. Quando a doença começa a apresentar os sinais, significa que o tempo de sobrevida da pessoa é menor.

A dona de casa Eliana Aparecida dos Santos fez o exame durante a gravidez. A princípio parecia tudo bem, mas um segundo o teste mudou tudo. “Eu já tinha feito exame no início da gravidez e não deu nada. E quando eu estava com oito meses, acho que minha resistência baixou e minhas glândulas começaram a inflamar, então o médico pediu um novo teste e aí deu que eu era soropositivo. Minha primeira reação foi achar que eu ia morrer”, contou.

Ela não se prevenia durante as relações sexuais e contraiu a doença do marido. Assim que soube, começou o tratamento, há 17 anos. O filho não tem o vírus e ela nem se lembra do problema. “Tem algumas coisas que é preciso ter medida, não pode extrapolar, mas eu vivo bem”, falou Eliana.

De acordo com dados do programa de combate à Aids na cidade, as mortes foram de pessoas que conviviam com o problema havia muitos anos. Mas o presidente de uma ONG de apoio a soropositivos diz que o número é preocupante.

“É um índice grande, é um índice de que as pessoas estão morrendo e a gente não sabe se é por conta da falta do tratamento porque elas não querem, ou se de fato é por conta do prazo da sobrevida”, analisou o presidente da RNP+Sol, Alberto Carlos Andreoni de Souza.

Terceira idade
Até hoje mais de 1,5 mil pessoas foram notificadas com o vírus em Araraquara, 68% homens. Um dado que chama a atenção é a quantidade de idosos: 10% detectaram a doença depois dos 60 anos. A coordenadora do programa DST/Aids, Elizane Regina Sandor, diz que no estado de São Paulo também foi registrado um aumento nessa faixa etária.

“As pessoas estão se conhecendo, se relacionando, só que não fazem o uso do preservativo e isso os coloca numa situação de maior vulnerabilidade, porque estão tendo mais acesso e se contaminando mais com o vírus HIV”, disse Elizane.

Prevenção
Como a forma de contágio mais frequente ainda é durante as relações sexuais, em vários prédios municipais é feita a distribuição de preservativos, mas agora por um método diferente, a própria pode retirar o seu, sem a necessidade de pedir a um funcionário. A iniciativa deu certo e ainda este ano vai ser expandida para pontos comerciais como casas noturnas.

“Fica num local mais discreto onde a pessoa tem o acesso, então nós percebemos uma procura maior em relação aos preservativos nesses locais”, comentou Elizane.

Fonte: G1

Número de grávidas com HIV registra crescimento de 76% em Alagoas

O número de grávidas infectadas com o vírus HIV em Alagoas subiu mais de 76% este ano, de acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau). Segundo a superintendente de Atenção à Saúde, Sandra Canuto, a detecção das mulheres infectadas aumentou depois que o teste rápido foi distribuído nos municípios.

A Sesau atribui o alto índice de infecção à falta de conscientização, principalmente entre os jovens. “As mães infectadas geralmente são as mais jovens e com baixa instrução”, revelou a superintendente, que destacou também a importância dessas mulheres fazerem o pré-natal corretamente para que o bebê não seja infectado pelo vírus.

Mais de 24 municípios receberam o teste rápido de HIV e cerca de 500 profissionais foram capacitados para realizar o exame. Isso fez com que mais mães infectadas fossem identificadas.

De acordo com Sandra Canuto, apesar do aumento, o número ainda está abaixo do esperado. “A tendência é que esse número aumente com o envio de mais testes rápidos para o interior”, afirmou.

Fonte: TNH1

Secretaria estadual de Saúde do Tocantins realiza campanhas de prevenção às DST/Ais para as férias

Equipes da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) do Tocantins estão percorrendo durante o mês de junho 14 praias do estado para reuniões com equipes municipais para a Campanha de DST/Aids e hepatites virais para a temporada de praia 2013. O objetivo das visitas é preparar a população local para a chegada dos turistas no mês de julho e férias.

“Durante esse período as praias geram grande expectativa para população tocantinense. Por isso aproveitamos esse o momento para realizar a campanha de prevenção contra as doenças sexualmente transmissíveis e hepatites virais” revela o gerente de captação, Alexandre Araripe.

As visitas consistem em reuniões com equipes municipais para discutir estratégias de prevenção e abordagens da população. Serão repassadas informações para os técnicos sobre a forma correta do uso dos insumos de prevenção (preservativos masculinos, preservativo feminino e gel lubrificante), bem como o armazenamento correto, preenchimento do mapa mensal e estratégias de acesso ao público em geral.

Cada município é orientado a realizar uma serie de atividades para envolver os jovens e a população conscientizando sobre como se divertir com segurança. Uma das ações é disponibilizar “barracas da saúde” nas praias, nos postos de gasolina e em lugares com grande fluxo de pessoas. Serão realizadas também blitz para entrega de foolderes e preservativos em bares, blocos, rodoviárias e terminais de Van.

Municípios

Os municípios que estão recebendo visitas são: Araguatins, Araguanã, Araguacema, Caseara, Pedro Afonso, Peixe, Filadélfia, Formoso do Araguaia, Lagoa da Confusão, Juarina, Paranã, Porto Nacional, Itaguatins e Tocantinópolis

Fonte: Secretaria de Saúde do estado de Tocantins

Teste rápido de Aids alerta para diagnóstico

Até amanhã é possível realizar um teste rápido  de Aids na tenda da Secretaria Municipal de Saúde, na Praça da República, Centro da capital. A expectativa da pasta é que 1,2 mil pessoas realizem o teste gratuito, que começou ontem. A resposta sai em 20 minutos.

Os testes fazem parte da campanha Fique Sabendo, que tem como objetivo estimular a população a realizar o teste, já que o diagnóstico precoce pode ajudar muito no tratamento do paciente. A ação do governo municipal ocorre na semana que antecede a Parada do Orgulho LGBT, domingo, pois, segundo a coordenadora do programa DST/ Aids, os homossexuais, sobretudo homens que fazem sexo com outros homens, estão entre os grupos mais vulneráveis. Ao longo da semana, as secretarias municipal e estadual de Saúde vão distribuir material de conscientização sobre o tema.

“A pessoa tratada tem uma qualidade de vida melhor e, após seis meses com medicamentos e com o vírus controlado, o portador reduz a chance de transmissão da doença a quase zero”, explica a coordenadora do programa DST/Aids, Eliana Battagia Gutierrez.

números positivos/ O número de homens com Aids na capital caiu 58,3% se comparado o pico de incidência da doença, em 1996 — com 67 casos a cada 100 mil pessoas do sexo masculino — com o último dado disponível da Secretaria Municipal de Saúde, de 2011, quando a incidência foi de 28 casos para 100 mil pessoas.

O percentual de mulheres com o vírus HIV em São Paulo também diminuiu. No ano de 1998, quando foi registrado o pico de incidência da doença, havia 30 pessoas do sexo feminino infectadas para 100 mil mulheres. Já em 2011, foram registrados 10 casos em mulheres para cada 100 mil delas, uma queda de 66,7%.

Fonte: Rede Bom dia

Novos casos de HIV dobram em 1 ano em Vila Velha, segundo prefeitura

O número de novos casos de infectados pelo vírus HIV mais que dobrou em Vila Velha, na região Metropolitana do Espírito Santo, segundo dados do Programa DST/AIDS da Secretaria de Saúde do município. De 2011 para 2012, o número saltou de 41 para 103. E neste ano,já foram registrados 41 novos casos. Entre os jovens de 18 e 29 anos, a quantidade de exames positivos também aumentou. Em 2011, foram 21 casos. No ano seguinte, 43 eram jovens.

Para a médica responsável pelo programa, Nilzete Messner, os dados da pesquisa revelam que os jovens não têm mais medo da doença. “Não é como na década de 80, quando as pessoas morriam de AIDS rapidamente. Vários artistas morreram de AIDS e acho que isso fez aquela geração sentir mais medo da doença. Infelizmente esse medo já não é o mesmo nos dias de hoje”, afirmou. 

Uma das pessoas que enfrenta a doença tem 26 anos e prefere manter a identidade preservada. Ela contou que descobriu que era HIV positivo há dois meses, quando teve um problema de saúde. “Há dois anos eu estava em uma relação e acabei não usando preservativo com meu namorado. Depois disso, ele me contou que era HIV positivo. Por dois anos eu imaginei que também pudesse ter HIV, mas não fazia o teste por medo. Até que há dois meses eu tive um problema de saúde, que me fez fazer o teste. Não me surpreendi com o resultado positivo por que já desconfiava. Senti muita raiva dele, por ele ser da área de saúde e saber de sua condição”, disse.

 

A médica também pontuou que o os dois principais motivos para o aumento no número de casos são comportamento sexual de risco e a visibilidade do serviço de testagem rápida para HIV. “O que leva esses jovens a adotar um comportamento de risco é a falta de informação. É cultura antiga que ainda persiste. Em épocas passadas ninguém usava preservativo. Hoje, para iniciar a vida sexual usando camisinha, tem de ser conversado desde o início da adolescência, e isso falta. Falta muita conversa˜, completou.

De acordo com a Secretaria de Saúde de Vila Velha, é possível realizar o teste gratuito no Centro de Testagem e Aconselhamento DST/AIDS, no prédio da secretaria, que fica no Centro de Vila Velha. O telefone para contato é o (27) 3139-9151.

Fonte: G1