Testes rápidos de HIV são oferecidos no período da noite em Macapá

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A partir desta terça-feira, 08 de outubro, o Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) do Serviço de Assistência Especializada (SAE), no Centro de Macapá (AP), começa a realizar no período da noite testes rápidos para detectar HIV, Sífilis e Hepatite B e C.

O enfermeiro do CTA/SAE Reinaldo Portilho comentou que a ação tem o intuito de oferecer um horário alternativo para as pessoas que desejam realizar o teste. “Agora as pessoas que trabalham durante o dia poderão fazer o teste para descobrir se tem ou não o vírus da Aids, e assim terem o acompanhamento médico adequado”, destacou o enfermeiro.

O aposentado Vilson Barbosa, que pela segunda vez realiza o teste de HIV, falou sobre a importância das pessoas tomarem a iniciativa para realizar o exame. “Quem está doente precisa de tratamento. Ficar em dúvida é a pior coisa que tem”, comentou o aposentado, consciente sobre a realização do exame.

Diariamente o CTA/SAE atende cerca de 40 pessoas interessadas em fazer o teste para detectar o vírus da aids.

A estudante Angélica Gomes, de 21 anos, contou sobre a experiência de procurar o centro. “Fui muito bem atendida. Meu teste deu negativo graças a Deus, mas eu sei que se o resultado fosse positivo teria uma grande equipe médica para me acompanhar”, relatou Angélica, que diz ser importante que todos façam a testagem.

Cerca de 1,7 mil pessoas portadoras do vírus da aids estão cadastradas no CTA da cidade. O centro possui uma equipe médica para realizar o acompanhamento psicológico dos pacientes.

O resultado dos exames realizados são liberados em no máximo 30 minutos. Os testes noturnos serão realizados às terças-feiras, de 18h às 22h, no CTA, localizado na Rua Jovino Dinoá, no Centro de Macapá.

Fonte: G1

Cientistas dinamarqueses querem encontrar a cura da aids e fazê-la acessível em larga escala

Cientistas dinamarqueses estão na espera de resultados que mostrarão que “encontrar uma cura acessível para o HIV e que possa ser distribuída em massa é possível”. Eles conduzem um ensaio clínico com uma nova estratégia em que o vírus HIV é reativado de seu esconderijo no DNA humano e destruído permanentemente pelo sistema imune. A informação é do jornal britânico The Telegraph. 

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A medida representaria um passo a frente na tentativa de encontrar uma cura para o vírus, causador da aids. Os cientistas estão atualmente conduzindo testes em humanos, na esperança de provar que seu tratamento é efetivo, o que já foi encontrado em testes de laboratório. 

A técnica consiste em desproteger os “reservatórios” formados pelos vírus HIV dentro de células imunes adormecidas, trazendo-os para a superfície das células. Uma vez que se dirige a superfície, o sistema imune do corpo pode matar o vírus naturalmente. 

Estudos in vitro – aqueles que usam células humanas em laboratório – da nova técnica mostraram-se tão bem sucedidos que, em Janeiro, o Conselho de Pesquisa da Dinamarca premiou a equipe com 12 milhões de coroas dinamarquesas (o equivalente a 1,5milhão de libras) para prosseguir os seus estudos em ensaios clínicos com seres humanos. Estes agora estão a caminho, e de acordo com Dr Ole Søgaard, pesquisador do Hospital da Universidade de Aarhus e integrante da equipe de pesquisa, os primeiros sinais são “promissores”.

“Estou quase certo que nós seremos bem sucedidos em ativar o HIV a partir dos reservatórios”, disse ele. “O desafio será fazer o sistema imune dos pacientes reconhecer o vírus e destruí-lo. Isso depende da força e sensibilidade de cada sistema, assim como da proporção do HIV escondido que é desmascarada”

Quinze pacientes estão participando atualmente dos ensaios, e os primeiros resultados esperam ser apresentados ainda no segundo semestre de 2013.

Dr. Søgaard enfatiza que a cura não é a mesma coisa que uma vacina preventiva e que e que chamar a atenção para o sexo desprotegido e compartilhamento de agulhas, por exemplo, são ações de suma importância na luta contra o HIV.

Com o tratamento moderno para o HIV, um paciente é capaz de levar uma vida quase norma, com efeitos colaterais limitados. No entanto, se a medicação for interrompida, os reservatórios de HIV se tornam ativos e começam a produzir mais cópias do vírus, o que significa que os sintomas podem reaparecer dentro de duas semanas. Encontrar a cura livraria o paciente da necessidade de tomar a medicação continuamente e economizaria bilhões dos serviços de saúde. 
A técnica também está sendo pesquisada no Reino Unido, mas os estudos ainda não passaram para a fase do ensaio clínico. Cinco universidades formaram o Grupo Colaborativo de Pesquisa Biomédica para a Erradicação de Reservatórios do HIV do Reino Unido (CHERUB, na sigla em inglês), que é dedicada a encontrar a cura para o HIV. 

Eles pediram financiamento para a realização de ensaios clínicos para o Conselho de Pesquisa Médica. Os ensaios buscam combinar técnicas para liberar os reservatórios de HIV com “imunoterapia”, o que dá aos pacientes uma melhor chance de destruir o vírus.

Além disso, eles estão focando em pacientes que foram infectados recentemente, pois acreditam que isso aumenta as chances de cura. O grupo espera receber uma resposta sobre o financiamento em maio. “Quando o primeiro paciente for curado desse modo será um momento espetacular”, diz Dr John Frater, pesquisador de Nuffield School of Medicine, da Universidade de Oxford, e membro do CHERUB.

“Isso provará que nós estamos na direção certa e demonstra que a cura é possível. Mas eu acho que ainda levaremos cinco anos até vermos uma cura que pode ser oferecida em larga escala”, diz ele.

A pesquisa da equipe dinamarquesa está entre as mais avançadas e com progresso mais rápido no mundo, já que eles têm simplificado o processo de colocar as mais recentes descobertas da ciência básica em testes clínicos.

Isso significa que os pesquisadores podem progredir mais rapidamente para os testes clínicos, acelerando o processo e atingindo resultados confiáveis antes de outros. 

A técnica usa drogas chamadas de inibidores de HDAC, que são mais comumente usadas em tratamentos de câncer, para expulsar o HIV do DNA do paciente até a superfície de células infectadas. Os pesquisadores dinamarqueses estão usando um tipo particularmente poderoso do inibidor de HDAC. . 

Cinco anos atrás, o consenso geral era que o HIV não podia ser curado. Mas então Timothy Ray Brown, um paciente com HIV – que se tornou conhecido como o Paciente de Berlin – desenvolveu leucemia. 

Ele recebeu um transplante de medula óssea de um doador com uma mutação genética rara que fez as suas células resistentes ao HIV. Como resultado, em 2007, Brown se tornou o primeiro homem a ser totalmente curado da doença. 

Repetir esse procedimento em larga escala é impossível. Mas o caso Brown causou uma mudança de maré nas pesquisas ,com cientistas focando em encontrar a cura, bem como em suprimir os sintomas. 

Duas abordagens principais estão sendo desenvolvidas. A primeira, a terapia genética, quer fazer o sistema imune dos pacientes resistente ao HIV. Isso é complexo e caro, além de não facilmente transferível para diferentes conjuntos de genes em todo o mundo.

A segunda abordagem é a desenvolvida pelo Dr Søgaard e seus colegas na Dinamarca, pelo grupo CHERUB no Reino Unido, e por outros laboratórios nos Estados Unidos e Europa. 

Fonte: The Telegraph 

Nova vacina pode eliminar traços de vírus da aids por toda a vida

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Cientistas divulgaram nesta quarta-feira que uma vacina experimental contra a aids conseguiu livrar um grupo de animais do vírus da imunodeficiência símia (SIV, similar à “versão” humana, o HIV). Além disso, o resultado se mostrou persistente: alguns dos animais já estão há três anos sem sinais do SIV e isso, afirmam os cientistas, pode persistir por toda a vida deles. O estudo foi divulgado na revista especializada Nature.

 

Os cientistas usaram uma versão mais agressiva do SIV para infectar um grupo de macacos-rhesus. Após a doença se manifestar, os animais foram vacinados e metade deles não teve melhoras, mas os demais foram “curados funcionalmente”, ou seja, não têm traços detectáveis do vírus no corpo. 

Os cientistas explicam que a diferença dessa substância é que ela usa um vírus (citamegalovirus, conhecido como CMV) para “entregar” a vacina ao corpo. “Ela usa um agente persistente (CMV) como vetor da vacina. O CMV persiste indefinitivamente no corpo em níveis muito pequenos (…) o que provê estimulação antigênica suficiente para o sistema imunológico manter altas frequências de células T diferenciadas. Para usar uma analogia militar, este nível de estimulação imunológica é o suficiente para manter armados soldados anti-SIV patrulhando todos os tecidos nos quais células infectadas pelo SIV possam estar”, diz ao Terra Louis Picker, da Universidade da Oregon Health & Science University, nos Estados Unidos.

 

Picker explica que as demais vacinas não persistem no corpo e a quantidade de “tropas” anti-SIV diminui. O problema com o HIV e o seu “irmão” símio é que esses vírus mantêm “reservas” que se manifestam após o sistema imunológico voltar ao normal. “Resumindo, essa habilidade de manter células T efetoras anti-SIV em alta frequência é o porquê de o vetor CMV ter extraído respostas imunológicas e ter uma habilidade única de ‘limpar’ um vírus causador da aids.”

 

Apesar de metade dos macacos ter sido considerada curada funcionalmente, o cientista afirma que isso pode ser devido ao uso de um vírus mais potente no estudo. “Nós usamos um SIV que causa aids em macacos em entre um e dois anos de infecção – enquanto infecções não tratadas de HIV levam cerca de 10 ou 11 anos. As características deste vírus (chamado de SIVmac239) são muito similares ao HIV, exceto por sua maior agressividade.”

 

Os cientistas concluem que o uso do CMV é um forte candidato para desenvolver uma vacina definitiva para a aids. “Em suma, a habilidade dos vetores de CMV de implementar vigilância antipatogênica imune contínua, a longo prazo e potente faz deles candidatos promissores para estratégias de vacina que pretendem prevenir e curar HIV/aids assim como outras infecções crônicas”, diz o artigo assinado por Picker e colegas.

Fonte: Portal Terra

Vacina contra a AIDS passa por primeira fase de testes em humanos com sucesso

A companhia farmacêutica Sumagen Canada, cuja origem é sul coreana, anunciou ontem que a Fase 1 de testes clínicos da SAV001-H, vacina contra o HIV e AIDS, foi concluída com sucesso. As aplicações e análises duraram um ano, desde março de 2012 até o mês passado, e tinham como objetivo verificar a “segurança, tolerância e respostas imunológicas” da droga em seres humanos.

A SAV001-H obteve êxito pleno em testes de seleção aleatória, estudo duplo-cego, testes controlados por placebo, com homens e mulheres assintomáticos, sem apresentar nenhum evento adverso grave. Isso significa que a Fase 2, na qual vai ser verificada a eficiência da medicação, pode ter início.

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O estudo vem sendo desenvolvido pelo Dr. Chil-Yong Kang e sua equipe da Escola de Medicina e Odontologia Western’s Schulich, em parceria com o laboratório sul-coreano, e é visto com esperança, mas certa apreensão pela comunidade científica. Isso porque a vacina inclui uma versão “morta” do vírus HIV. Para a maioria das pessoas, a ideia de ter um vírus HIV injetado em sua corrente sanguínea não é lá muito atraente, mas isso faz parte do processo de fabricação da droga.

Explicando em palavras simples: os cientistas separaram o vírus HIV ativo e modificam sua estrutura genética afim de eliminar sua patogenicidade, que é a habilidade de fazer a pessoa falar com voz de pato. Mentira, é a capacidade do agente invasor em causar a doença com suas manifestações clínicas entre os hospedeiros suscetíveis. Após tratamento químico, os vírus são irradiados com raios gama até que se tenha certeza que eles estão mortos. Bem mortos.

Outros pesquisadores tentaram criar uma vacina contra o HIV/AIDS sem o vírus morto, mas a maioria dos experimentos falharam na Fase 3. De qualquer forma, a Sumagen está otimista à respeito de seu produto, baseados no sucesso obtido em outras vacinas feitas com processos semelhantes, como Pólio, Influenza, Raiva e Hepatite A, que trabalham com o mesmo princípio.

Pode parecer prematuro se empolgar demais sobre a SAV001-H, uma vez que ela ainda precisa passar pelas Fase 2 e Fase 3. Mas quando a gente lembra que 35 milhões de pessoas já morreram de AIDS no mundo todo, e quase esse mesmo número se apresenta infectado, buscamos o mínimo de esperança. Vale lembrar também que 40% das novas infecções acontecem em pessoas com idades entre 15 e 24 anos.

Segundo a Sumagen, quando essa vacina chegar ao mercado (e, tudo indica que vai chegar), isso pode representar a erradicação da AIDS entre seres humanos. Erradicação. Pra sempre. Finito. Kaput.

Fontes: Western’s Schulich e Sumagen Canadá.

Vacina brasileira contra a Aids será testada em macacos

Uma vacina brasileira contra o vírus HIV, causador da Aids, começará a ser testada em macacos no segundo semestre deste ano. Com duração prevista de 24 meses, os experimentos têm o objetivo de encontrar o método de imunização mais eficaz para ser usado em humanos. Concluída essa fase, e se houver financiamento suficiente, poderão ter início os primeiros ensaios clínicos.

Denominado HIVBr18, o imunizante foi desenvolvido e patenteado pelos pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) Edecio Cunha Neto, Jorge Kalil e Simone Fonseca. 

A pesquisa foi baseada no sistema imunológico de um grupo especial de portadores do vírus que mantêm o HIV sob controle por mais tempo e demoram para adoecer. No sangue dessas pessoas, a quantidade de linfócitos T (tipo de células de defesa) do tipo CD4 – o principal alvo do HIV – permanece mais elevada que o normal.

“Já se sabia que as células TCD4 são responsáveis por acionar os linfócitos T do tipo CD8, produtores de toxinas que matam as células infectadas. As TCD4 acionam também os linfócitos B, produtores de anticorpos. Mas estudos posteriores mostraram que um tipo específico de linfócito TCD4 poderia também ter ação citotóxica sobre as células infectadas. Os portadores de HIV que tinham as TCD4 citotóxicas conseguiam manter a quantidade de vírus sob controle na fase crônica da doença”, contou Cunha Neto à Agência Fapesp.

Os pesquisadores, então, isolaram pequenos pedaços de proteínas das áreas mais preservadas do vírus HIV – aquelas que se mantêm estáveis em quase todas as cepas. Com auxílio de um programa de computador, selecionaram os peptídeos que tinham mais chance de ser reconhecidos pelos linfócitos TCD4 da maioria dos pacientes. Os 18 peptídeos escolhidos foram recriados em laboratório.

Testes in vitro feitos com amostras de sangue de 32 portadores de HIV com condições genéticas e imunológicas bastante variadas mostraram que, em mais de 90% dos casos, pelo menos um dos peptídeos foi reconhecido pelas células TCD4. Em 40% dos casos, mais de cinco peptídeos foram identificados. Os resultados foram divulgados em 2006 na revista Aids.

Em outro experimento divulgado em 2010 na PLoSOne, em parceria com Daniela Rosa, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), e Susan Ribeiro, da FMUSP, os peptídeos foram administrados a camundongos geneticamente modificados. Nesse caso, 16 dos 18 peptídeos foram reconhecidos e ativaram tanto os linfócitos TCD4 como os TCD8.

O grupo, então, desenvolveu uma nova versão da vacina com elementos conservados de todos os subtipos do HIV do grupo principal, chamado grupo M, que mostrou-se capaz de induzir respostas imunes contra fragmentos de todos os subtipos testados até o momento. “Os resultados sugerem que uma única vacina poderia, em tese, ser usada em diversas regiões do mundo, onde diferentes subtipos do HIV são prevalentes”, afirmou Cunha Neto.

No teste mais recente, feito com camundongos e ainda não publicado, os pesquisadores avaliaram a capacidade dessa nova vacina de reduzir a carga viral no organismo. “O HIV normalmente não infecta camundongos, então nós pegamos um vírus chamado vaccinia – que é aparentado do causador da varíola – e colocamos dentro dele antígenos do HIV”, contou Cunha Neto.

Nos animais imunizados com a vacina, a quantidade do vírus modificado encontrada foi 50 vezes menor que a do grupo controle. Agora estão sendo realizados experimentos para descobrir se, de fato, a destruição viral aconteceu por causa da ativação das células TCD4 citotóxicas.

Os cientistas estimam que, no estágio atual de desenvolvimento, a vacina não eliminaria totalmente o vírus do organismo, mas poderia manter a carga viral reduzida ao ponto de a pessoa infectada não desenvolver a imunodeficiência e não transmitir o vírus.

Segundo Cunha Neto, a HIVBr18 também poderia ser usada para fortalecer o efeito de outras vacinas contra a Aids, como a desenvolvida pelo grupo do imunologista Michel Nussenzweig, da Rockefeller University, de Nova York, feita com uma proteína do HIV chamada gp140.

Macacos 

A última etapa do teste pré-clínico será realizada na colônia de macacos Rhesus do Instituto Butantan. A vantagem de fazer testes em primatas é a semelhança com o sistema imunológico humano e o fato de eles serem suscetíveis ao SIV, vírus que deu origem ao HIV.

O ensaio clínico de fase 1 deverá abranger uma população saudável e com baixo risco de contrair o HIV, que será acompanhada de perto por vários anos. Nesse primeiro momento, além de avaliar a segurança do imunizante, o objetivo é verificar a magnitude da resposta imune que ele é capaz de desencadear e por quanto tempo os anticorpos permanecem no organismo.

Se a HIVBr18 for bem-sucedida nessa primeira etapa da fase clínica, poderá despertar interesse comercial. A esperança dos cientistas é atrair investidores privados, uma vez que o custo estimado para chegar até terceira fase dos testes clínicos é de R$ 250 milhões. Até o momento, somando o financiamento da Fapesp (Fundação de Amparo e Pesquisa do Estado de São Paulo) e do governo federal, foi investido cerca de R$ 1 milhão no projeto. 

Fonte: Agência FAPESP

Hospital oferece testes rápidos de HIV/aids no Carnaval de Fortaleza

Durante o período do Carnaval, os foliões de Fortaleza podem fazer testes rápidos de HIV/aids para diagnóstico precoce da doença. Os exames serão feitos de 9 a 12 de fevereiro no Hospital Distrital Gonzaga Mota do José Walter, das 8 às 17 horas. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o resultado deve sair em até 40 minutos.

Além da realização dos testes, a Coordenação Municipal de DST/aids e Hepatites Virais  vai promover ações de prevenção em diversos locais da capital. Cerca de um milhão de preservativos devem ser distribuídos durante os quatro dias da festa.

As atividades de prevenção vão acontecer nos terminais de ônibus, nos terminais rodoviários e no Aeroporto Internacional Pinto Martins. A Prefeitura também vai realizar blitze educativas na Avenida Washington Soares com Avenida Oliveira Paiva, na Ponte do Rio Ceará e na Avenida Perimental com Godofredo Maciel. Também haverá estandes de prevenção no aterrinho da Praia de Iracema e na Avenida Domingos Olímpio.

Em caso de diagnóstico positivo de HIV,  a pessoa será encaminhada para um dos oito serviços municipais de Atenção Especializada em HIV/aids (SAE), localizados nos bairros Centro, Cocó, Conjunto Ceará, Edson Queiroz, Jacarecanga, José Walter, Messejana e Rodolfo Teófilo.

Confira os endereços dos serviços:
Serviço de Atenção Especializada em HIV/aids (SAE)
SAE do Centro de Especialidades Médicas José de Alencar – Cemja
Rua Guilherme Rocha, 510 – Centro
(85) 3488.2241

SAE do Hospital Distrital Gonzaga Mota – Gonzaguinha de Messejana
Av. Washington Soares, nº 7700 – Messejana
(85) 3105.1590 – 3101.4353

SAE do Hospital Distrital Gonzaga Mota – Gonzaguinha do José Walter
Av. D, nº 440, 2ª Etapa – José Walter
(85) 3452.9399

SAE do Centro de Saúde da Família Carlos Ribeiro
Rua Jacinto Matos, nº 944 – Jacarecanga
(85) 3283.4556

SAE do Hospital Distrital Nossa Senhora da Conceição
Rua 1018, 148, 4ª Etapa – Conjunto Ceará
(85) 3452.6701

SAE do Núcleo de Atenção Médica Integrada – Nami-Unifor
Av. Washington Soares, 1321 – Edson Queiroz
(85) 3477.3626

SAE da Clínica Escola de Medicina da Faculdade Christus
Av. Dom Luís, 911 – Cocó
(85) 3262.2373

SAE do Centro de Saúde da Família Anastácio Magalhães
Rua Delmiro de Farias, 1679 – Rodolfo Teófilo
(85) 3433.2564 – 3433.2560

Fonte: G1

Sinop: unidade realiza “dia D” de combate contra a AIDS

Hoje é dia mundial da luta contra a AIDS e o Serviço de Atendimento Especializado (SAE) de Sinop realiza o “Dia D” e encerramento da campanha, que teve início na segunda-feira (26). Durante a semana foram realizados testes rápidos para HIV, hepatites virais e sífilis nas Unidades de Saúde da Família do município, além de panfletagens nas faculdades e em algumas avenidas. Hoje, os testes serão feitos somente no SAE e nas unidades do Menino Jesus, Nações, Jardim das Oliveiras e União. Já os pit stops explicativos serão nos cruzamentos da avenida Júlio Campos com Sibipirunas e Jacarandás.

Segundo assessoria, no momento, 606 pacientes da região Norte e alguns do Pará realizam o tratamento em Sinop. Desses, 321 são pacientes mulheres e 285 homens. O número também engloba seis crianças, de 5 a 12 anos em tratamento. Duas das crianças são de Sinop e, a enfermeira do SAE, Lucia Mendes Thomaz, explicou, que são crianças com mães soropositivas que não realizaram o pré-natal durante a gestação.

Para quem não pode comparecer às unidades durante a campanha, pode procurar o SAE ou as unidades nos seus horários de atendimento para realizarem os testes. Porém, o teste fora das campanhas, é o convencional, de laboratório, que fica pronto em dez dias. O teste rápido é destinado para gestantes, grupo de risco ou profissionais da saúde que tiveram contato com o vírus acidentalmente.

Para os soropositivos, a equipe de atendimento especializado realiza todos os encaminhamentos e presta acompanhamento necessário com profissionais das áreas de psicologia, assistência social, enfermeiras e médicos infectologistas.

Cerca 400 kits de teste rápido de cada enfermidade foram disponibilizados para a campanha.

Fonte: SoNoticias